Índice
Por tema
Espaços vetoriais e transformações lineares
- Motivação 1.1Três situações com a mesma estrutura
- Definição 1.2Espaço vetorial
- Nota 1.3Três comentários sobre a definição de espaço vetorial
- Nota 1.4Os três blocos de axiomas
- Lema 1.5Cancelamento
- Proposição 1.6Unicidade do vetor nulo e do simétrico
- Proposição 1.7Produto por zero e por \(-1\)
- Corolário 1.8Se \(\lambda v = 0\), então \(\lambda = 0\) ou \(v = 0\)
- Nota 1.9O axioma (M2) não é supérfluo
- Nota 1.10Ordem das demonstrações
- Proposição 1.11Não existe espaço vetorial com dois elementos
- Nota 1.12Dois elementos com escalares \(\{0,1\}\)
- Exemplo 1.13O espaço \(\R^n\)
- Exemplo 1.14Matrizes \(m\times n\)
- Exemplo 1.15Polinômios
- Exemplo 1.16\(\R\) como espaço vetorial
- Exemplo 1.17Espaço nulo
- Nota 1.18Polinômios de grau exatamente \(n\)
- Exemplo 1.19Funções de um conjunto em \(\R\)
- Nota 1.20\(\R^n\), matrizes e sequências como espaços de funções
- Exemplo 1.21Funções de classe \(C^k\)
- Exemplo 1.22Polinômios como funções
- Exemplo 1.23Soluções de \(y''+y=0\)
- Exemplo 1.24Sequências convergentes e sequências de Fibonacci
- Nota 1.25Verificação dos axiomas num subconjunto de \(\mathcal{F}(X,\R)\)
- Exemplo 1.26Operações em \(\R^2\) que não dão espaço vetorial
- Exemplo 1.27\(\R^2\) com a origem deslocada
- Exemplo 1.28Reais positivos com produto e potência
- Definição 1.29Combinação linear
- Nota 1.30Somas sem parênteses
- Exemplo 1.31Combinação linear em \(\R^3\)
- Exemplo 1.32\(\cos^2t\) é combinação linear de \(1\) e \(\cos2t\)
- Exemplo 1.33\(\sen t\) não é combinação linear de \(1\) e \(\cos t\)
- Nota 1.34Igualdade de funções, ponto a ponto
- Motivação 1.35Bijeções que transportam as operações
- Definição 1.36Transformação linear
- Proposição 1.37Propriedades básicas das transformações lineares
- Exemplo 1.38Multiplicação por uma matriz
- Exemplo 1.39A derivada é linear
- Exemplo 1.40A integral é linear
- Exemplo 1.41A avaliação num ponto é linear
- Exemplo 1.42Transposição e multiplicação à esquerda
- Exemplo 1.43O traço é linear
- Exemplo 1.44Rotação e projeção em \(\R^2\)
- Nota 1.45Uma transformação linear do plano deforma a malha
- Exemplo 1.46A translação não é linear
- Exemplo 1.47O determinante não é linear
- Exemplo 1.48O quadrado não é linear; as lineares \(\R\to\R\)
- Proposição 1.49A composta de transformações lineares é linear
- Exemplo 1.50Derivada e integral: \(D\circ J = \mathrm{Id}\), mas \(J\circ D\neq\mathrm{Id}\)
- Proposição 1.51\(\Lin(V,W)\) é um espaço vetorial
- Proposição 1.52Uma transformação linear fica determinada num conjunto gerador
- Proposição 1.53Transformação linear com valores dados em \(e_1,\ldots,e_n\)
- Corolário 1.54Toda transformação linear \(\R^n\to\R^m\) é multiplicação por uma matriz
- Exemplo 1.55Valores dados em \(e_1,e_2\): existe e é única
- Exemplo 1.56Valores dados em \((2,1)\) e \((-1,1)\): existe e é única
- Exemplo 1.57Valores incompatíveis: não existe
- Definição 1.58Núcleo e imagem
- Proposição 1.59As fibras de \(T\) são translações do núcleo
- Proposição 1.60\(T\) é injetora se e somente se \(\Nuc(T) = \{0\}\)
- Nota 1.61Sistemas lineares, antecipados
- Exemplo 1.62Núcleo e imagem da derivada
- Exemplo 1.63Núcleo e imagem de uma \(T_A:\R^3\to\R^2\)
- Exemplo 1.64Núcleo e imagem do traço
- Exemplo 1.65Deslocamentos nas sequências
- Definição 1.66Isomorfismo
- Proposição 1.67A inversa de um isomorfismo é linear
- Proposição 1.68Isomorfismo é uma relação de equivalência
- Exemplo 1.69\(\Pol{n}\iso\R^{n+1}\)
- Exemplo 1.70\(\Mat{m}{n}\iso\R^{mn}\)
- Exemplo 1.71Os espaços com operações exóticas são isomorfos aos usuais
- Exemplo 1.72\(\mathcal{M}_{2\times2}(\R)\iso \Pol{3}\)
- Nota 1.73O que quer dizer isomorfismo
Subespaços, geradores e bases
- Motivação 2.1O argumento que vira definição
- Definição 2.2Subespaço vetorial
- Proposição 2.3Critério de subespaço
- Exemplo 2.4Subespaços triviais
- Exemplo 2.5Retas e planos pela origem
- Exemplo 2.6Núcleo e imagem são subespaços
- Exemplo 2.7Matrizes simétricas e antissimétricas
- Exemplo 2.8Cadeias de subespaços de polinômios e de funções
- Exemplo 2.9Um conjunto dado por uma equação linear homogênea é um núcleo
- Exemplo 2.10Não-subespaço: falha a condição (i)
- Exemplo 2.11Não-subespaço: falha só a condição (ii)
- Exemplo 2.12Não-subespaço: falha só a condição (iii)
- Nota 2.13Subespaços e não-subespaços de \(\R^2\)
- Exercício 2.14Fechado por somas e diferenças é subespaço?
- Proposição 2.15A interseção de subespaços é subespaço
- Proposição 2.16Quando a união de dois subespaços é subespaço
- Definição 2.17Subespaço gerado
- Proposição 2.18\([A]\) é o menor subespaço que contém \(A\)
- Definição 2.19Soma de subespaços
- Proposição 2.20\(S_1+S_2\) é o menor subespaço que contém \(S_1\cup S_2\)
- Exemplo 2.21Soma de duas retas
- Exemplo 2.22Soma de dois planos de \(\R^3\): a decomposição não é única
- Exemplo 2.23Toda matriz é soma de uma simétrica e uma antissimétrica
- Definição 2.24Soma direta
- Proposição 2.25Caracterizações da soma direta
- Nota 2.26Basta testar a unicidade no zero
- Exemplo 2.27\(\R^2\) é soma direta de duas retas distintas
- Exemplo 2.28\(\Mat{n}{n} = \Simet\oplus\mathcal{A}\)
- Exemplo 2.29Funções pares e ímpares
- Nota 2.30Simétrica e antissimétrica, par e ímpar: a mesma conta
- Exemplo 2.31Uma soma que não é direta
- Nota 2.32Soma direta de três ou mais subespaços
- Proposição 2.33As projeções de uma soma direta
- Nota 2.34Decomposição do plano em duas retas oblíquas
- Exemplo 2.35A projeção sobre as matrizes simétricas
- Proposição 2.36Operadores idempotentes são projeções
- Definição 2.37Conjunto gerador
- Exemplo 2.38\(e_1,\ldots,e_n\) geram \(\R^n\)
- Exemplo 2.39Geradores de \(\Pol{n}\) e de \(\Mat{m}{n}\)
- Exemplo 2.40Três vetores que geram \(\R^2\), com um sobrando
- Exemplo 2.41\(\Poli\) não é finitamente gerado
- Lema 2.42Um vetor que é combinação dos demais pode ser retirado
- Motivação 2.43Relações lineares e vetores que sobram
- Definição 2.44Independência e dependência linear
- Proposição 2.45LI equivale a escrita única
- Proposição 2.46Uma lista é LD quando algum vetor é combinação dos demais
- Nota 2.47Independência linear em casos pequenos
- Exemplo 2.48\(e_1,\ldots,e_n\) são LI em \(\R^n\)
- Exemplo 2.49\(1,x,\ldots,x^n\) são LI em \(\Pol{n}\)
- Exemplo 2.50Uma lista “triangular” de polinômios é LI
- Exemplo 2.51Em \(\R^n\), testar independência é resolver um sistema homogêneo
- Lema 2.52Sistema homogêneo com mais incógnitas do que equações
- Lema 2.53Lema da troca
- Corolário 2.54Mais vetores do que geradores: a lista é LD
- Exemplo 2.55Quatro vetores num espaço gerado por três
- Definição 2.56Gerador minimal e LI maximal
- Teorema 2.57Gerador minimal, gerador LI e LI maximal são o mesmo
- Nota 2.58O que o teorema do gerador minimal não diz
- Exemplo 2.59\(1,\cos t,\sen t\) são LI
- Exemplo 2.60\(e^t,e^{2t}\) são LI
- Exemplo 2.61\(1,\cos^2t,\sen^2t\) são LD
- Exemplo 2.62\(1,t,t^2,\ldots\): uma família infinita LI
- Nota 2.63Pontos provam independência, não dependência
- Definição 2.64Base
- Proposição 2.65Base equivale a escrita única
- Definição 2.66Coordenadas numa base
- Proposição 2.67As coordenadas dão um isomorfismo com \(\R^n\)
- Nota 2.68Escolher uma base é escolher um isomorfismo com \(\R^n\)
- Exemplo 2.69A base canônica de \(\R^n\)
- Exemplo 2.70A base \((1,x,\ldots,x^n)\) de \(\Pol{n}\)
- Exemplo 2.71A base das matrizes elementares
- Exemplo 2.72Coordenadas numa base não canônica de \(\R^2\)
- Teorema 2.73De todo gerador finito extrai-se uma base
- Teorema 2.74Todas as bases têm o mesmo número de elementos
- Definição 2.75Dimensão
- Exemplo 2.76Dimensões de \(\R^n\), \(\Pol{n}\) e \(\Mat{m}{n}\)
- Exemplo 2.77Dimensão das matrizes simétricas e das antissimétricas
- Exemplo 2.78\(\Poli\) tem dimensão infinita
- Teorema 2.79Teorema do completamento
- Nota 2.80LI de um lado, geradores do outro, base no meio
- Corolário 2.81Em dimensão \(n\): \(n\) vetores LI, ou \(n\) geradores, formam base
- Corolário 2.82Dimensão de um subespaço
- Corolário 2.83Todo subespaço tem complementar
- Exemplo 2.84Completar dois vetores a uma base de \(\R^3\)
- Teorema 2.85Dimensão da soma de dois subespaços
- Corolário 2.86A soma é direta quando as dimensões se somam
- Exemplo 2.87Dois planos distintos pela origem em \(\R^3\) se cortam numa reta
- Exemplo 2.88As dimensões confirmam \(\Mat{n}{n} = \Simet\oplus\mathcal{A}\)
- Exemplo 2.89Em \(\R^4\), dois subespaços de dimensão \(3\) se intersectam
- Definição 2.90Produto cartesiano de espaços vetoriais
- Proposição 2.91Dimensão do produto; soma direta interna e externa
- Teorema 2.92Teorema do núcleo e da imagem
- Corolário 2.93Em dimensões iguais, injetora equivale a sobrejetora
- Corolário 2.94Dimensões diferentes: \(T\) não é injetora, ou não é sobrejetora
- Corolário 2.95Isomorfos se e somente se têm a mesma dimensão
- Exemplo 2.96Sistemas homogêneos: dimensão do espaço de soluções
- Exemplo 2.97Dimensão das matrizes de traço nulo
- Exemplo 2.98A derivada: núcleo e imagem contados
- Exemplo 2.99Uma dimensão difícil de calcular na mão
Matrizes e sistemas lineares
Determinantes
Dualidade e quocientes
Produto interno
Formas multilineares e sequências exatas
Autovalores e diagonalização
- Definição 8.1Autovalor, autovetor e autoespaço
- Proposição 8.2O autoespaço é um subespaço; \(V_0 = \Nuc(T)\)
- Motivação 8.3Onde a flecha não gira
- Exemplo 8.4Reflexão: autovalores \(1\) e \(-1\)
- Exemplo 8.5Projeção: autovalores \(1\) e \(0\)
- Exemplo 8.6Rotação: nenhum autovalor real
- Exemplo 8.7Cisalhamento: um só autoespaço
- Nota 8.8Quatro operadores de \(\R^2\) e os seus autoespaços
- Proposição 8.9\(\lambda\) é autovalor se e somente se \(\det(T-\lambda I) = 0\)
- Definição 8.10Polinômio característico
- Proposição 8.11O polinômio característico: grau, traço e determinante
- Exemplo 8.12Autovalores e autoespaços de uma matriz \(2\times2\)
- Exemplo 8.13Autovalores e autoespaços de uma matriz \(3\times3\)
- Nota 8.14Autovalores reais são as raízes reais de \(p_T\)
- Teorema 8.15Autovetores de autovalores distintos são LI
- Corolário 8.16No máximo \(n\) autovalores; a soma dos autoespaços é direta
- Proposição 8.17Polinômios em \(T\) e autovalores
- Corolário 8.18Autovalores de operadores nilpotentes, idempotentes e involuções
- Exemplo 8.19Os autoespaços da transposição
- Exemplo 8.20Dois operadores que derivam: \(D\) e \(x\,D\)
- Exemplo 8.21A rotação não tem autovalor real
- Definição 8.22Operador diagonalizável
- Teorema 8.23Critério de diagonalização
- Corolário 8.24\(n\) autovalores distintos bastam para diagonalizar
- Nota 8.25Um operador diagonalizável estica cada eixo próprio
- Definição 8.26Multiplicidade algébrica e multiplicidade geométrica
- Proposição 8.27\(1\leq\mathrm{mg}\leq\mathrm{ma}\)
- Corolário 8.28Diagonalizável: raízes reais e \(\mathrm{mg} = \mathrm{ma}\)
- Exemplo 8.29Uma matriz \(2\times2\) que não é diagonalizável
- Exemplo 8.30Uma matriz \(3\times3\) diagonalizável com autovalor duplo
- Exemplo 8.31Raízes reais, mas não diagonalizável
- Proposição 8.32Potências de uma matriz diagonalizável
- Exemplo 8.33Potências, inversa e raízes quadradas por diagonalização
- Exemplo 8.34Fibonacci por diagonalização
- Exercício 8.35Multiplicidade algébrica \(1\) implica autoespaço de dimensão \(1\)?
- Exercício 8.36Autoespaço de dimensão \(1\) implica multiplicidade algébrica \(1\)?
- Motivação 8.37Quando não dá para diagonalizar
- Definição 8.38Subespaço invariante
- Exemplo 8.39Núcleo, imagem e autoespaços são invariantes
- Exemplo 8.40Uma reta é invariante quando é gerada por um autovetor
- Exemplo 8.41Interseção e soma de invariantes são invariantes
- Exemplo 8.42Para a derivada, cada \(\Pol{k}\) é invariante
- Proposição 8.43Subespaço invariante: matriz em blocos e fatoração de \(p_T\)
- Exemplo 8.44Os subespaços invariantes de quatro operadores de \(\R^2\)
- Proposição 8.45Somas diretas invariantes e projeções
- Proposição 8.46Operadores que comutam
- Exemplo 8.47Diagonalizáveis que não comutam, sem autovetor comum
- Exemplo 8.48Comutar não basta para ter um autovetor real comum
- Exemplo 8.49Rotação com dilatação: a matriz de \(a+ib\)
- Teorema 8.50Uma raiz complexa de \(p_A\) dá um plano invariante
- Corolário 8.51Todo operador real tem um invariante de dimensão \(1\) ou \(2\)
- Exemplo 8.52Autovalores \(2\pm i\): uma rotação numa base torta
- Nota 8.53Escalares complexos
- Teorema 8.54Triangularização
- Corolário 8.55Traço e determinante: soma e produto das raízes de \(p_T\)
- Exemplo 8.56Cayley–Hamilton para matrizes \(2\times2\)
- Teorema 8.57Teorema de Cayley–Hamilton
- Nota 8.58Uma “demonstração” falsa de Cayley–Hamilton
- Corolário 8.59Potências e inversa como polinômios em \(A\)
- Exemplo 8.60A inversa de uma matriz \(3\times3\) por Cayley–Hamilton
- Exemplo 8.61Potências da matriz de Fibonacci
- Teorema 8.62Polinômio mínimo
- Exemplo 8.63Polinômio mínimo da identidade, de idempotentes e de nilpotentes
- Exemplo 8.64Mesmo polinômio característico, polinômios mínimos diferentes
- Teorema 8.65Diagonalizável se e somente se \(m_T\) tem raízes reais simples
- Corolário 8.66Involuções e projeções são diagonalizáveis
- Exercício 8.67Todo operador idempotente é diagonalizável?
- Exercício 8.68Se \(T^2\) é diagonalizável, então \(T\) é diagonalizável?
Teorema espectral e formas quadráticas
Por tipo
Definição
Teorema
Proposição
Lema
Corolário
- 1.54Toda transformação linear \(\R^n\to\R^m\) é multiplicação por uma matriz
- 1.8Se \(\lambda v = 0\), então \(\lambda = 0\) ou \(v = 0\)
- 2.54Mais vetores do que geradores: a lista é LD
- 2.81Em dimensão \(n\): \(n\) vetores LI, ou \(n\) geradores, formam base
- 2.82Dimensão de um subespaço
- 2.83Todo subespaço tem complementar
- 2.86A soma é direta quando as dimensões se somam
- 2.93Em dimensões iguais, injetora equivale a sobrejetora
- 2.94Dimensões diferentes: \(T\) não é injetora, ou não é sobrejetora
- 2.95Isomorfos se e somente se têm a mesma dimensão
- 3.10\(T\) é isomorfismo se e somente se a sua matriz é invertível
- 3.16Matrizes semelhantes representam o mesmo operador
- 3.24\(\dim N(A) = n-\posto A\): a dimensão do conjunto solução
- 3.25Mais incógnitas do que equações: há solução não trivial
- 3.35\(\posto A = \posto A^t\) e \(\posto A\leq\min\{m,n\}\)
- 4.14O que vale para colunas vale para linhas
- 4.22Determinante da inversa e de uma conjugada
- 4.27Regra de Cramer
- 5.18\((AB)^t = B^tA^t\)
- 5.26Todo hiperplano é o núcleo de um funcional
- 5.31\((S^0)^0 = S\)
- 5.34Posto por linhas é igual a posto por colunas, pelo dual
- 5.35Alternativa de Fredholm
- 5.49O teorema do núcleo e da imagem, pelo quociente
- 5.54Segundo teorema do isomorfismo
- 6.10Desigualdade triangular
- 6.16Mudança entre bases ortonormais: matrizes ortogonais
- 6.18Existência de base ortonormal
- 7.13\(\dim\Alt^n(V) = 1\): toda forma de grau máximo é múltiplo do determinante
- 8.16No máximo \(n\) autovalores; a soma dos autoespaços é direta
- 8.18Autovalores de operadores nilpotentes, idempotentes e involuções
- 8.24\(n\) autovalores distintos bastam para diagonalizar
- 8.28Diagonalizável: raízes reais e \(\mathrm{mg} = \mathrm{ma}\)
- 8.51Todo operador real tem um invariante de dimensão \(1\) ou \(2\)
- 8.55Traço e determinante: soma e produto das raízes de \(p_T\)
- 8.59Potências e inversa como polinômios em \(A\)
- 8.66Involuções e projeções são diagonalizáveis
- 9.22Assinatura, autovalores e congruência
Exemplo
- 1.13O espaço \(\R^n\)
- 1.14Matrizes \(m\times n\)
- 1.15Polinômios
- 1.16\(\R\) como espaço vetorial
- 1.17Espaço nulo
- 1.19Funções de um conjunto em \(\R\)
- 1.21Funções de classe \(C^k\)
- 1.22Polinômios como funções
- 1.23Soluções de \(y''+y=0\)
- 1.24Sequências convergentes e sequências de Fibonacci
- 1.26Operações em \(\R^2\) que não dão espaço vetorial
- 1.27\(\R^2\) com a origem deslocada
- 1.28Reais positivos com produto e potência
- 1.31Combinação linear em \(\R^3\)
- 1.32\(\cos^2t\) é combinação linear de \(1\) e \(\cos2t\)
- 1.33\(\sen t\) não é combinação linear de \(1\) e \(\cos t\)
- 1.38Multiplicação por uma matriz
- 1.39A derivada é linear
- 1.40A integral é linear
- 1.41A avaliação num ponto é linear
- 1.42Transposição e multiplicação à esquerda
- 1.43O traço é linear
- 1.44Rotação e projeção em \(\R^2\)
- 1.46A translação não é linear
- 1.47O determinante não é linear
- 1.48O quadrado não é linear; as lineares \(\R\to\R\)
- 1.50Derivada e integral: \(D\circ J = \mathrm{Id}\), mas \(J\circ D\neq\mathrm{Id}\)
- 1.55Valores dados em \(e_1,e_2\): existe e é única
- 1.56Valores dados em \((2,1)\) e \((-1,1)\): existe e é única
- 1.57Valores incompatíveis: não existe
- 1.62Núcleo e imagem da derivada
- 1.63Núcleo e imagem de uma \(T_A:\R^3\to\R^2\)
- 1.64Núcleo e imagem do traço
- 1.65Deslocamentos nas sequências
- 1.69\(\Pol{n}\iso\R^{n+1}\)
- 1.70\(\Mat{m}{n}\iso\R^{mn}\)
- 1.71Os espaços com operações exóticas são isomorfos aos usuais
- 1.72\(\mathcal{M}_{2\times2}(\R)\iso \Pol{3}\)
- 2.10Não-subespaço: falha a condição (i)
- 2.11Não-subespaço: falha só a condição (ii)
- 2.12Não-subespaço: falha só a condição (iii)
- 2.21Soma de duas retas
- 2.22Soma de dois planos de \(\R^3\): a decomposição não é única
- 2.23Toda matriz é soma de uma simétrica e uma antissimétrica
- 2.27\(\R^2\) é soma direta de duas retas distintas
- 2.28\(\Mat{n}{n} = \Simet\oplus\mathcal{A}\)
- 2.29Funções pares e ímpares
- 2.31Uma soma que não é direta
- 2.35A projeção sobre as matrizes simétricas
- 2.38\(e_1,\ldots,e_n\) geram \(\R^n\)
- 2.39Geradores de \(\Pol{n}\) e de \(\Mat{m}{n}\)
- 2.4Subespaços triviais
- 2.40Três vetores que geram \(\R^2\), com um sobrando
- 2.41\(\Poli\) não é finitamente gerado
- 2.48\(e_1,\ldots,e_n\) são LI em \(\R^n\)
- 2.49\(1,x,\ldots,x^n\) são LI em \(\Pol{n}\)
- 2.5Retas e planos pela origem
- 2.50Uma lista “triangular” de polinômios é LI
- 2.51Em \(\R^n\), testar independência é resolver um sistema homogêneo
- 2.55Quatro vetores num espaço gerado por três
- 2.59\(1,\cos t,\sen t\) são LI
- 2.6Núcleo e imagem são subespaços
- 2.60\(e^t,e^{2t}\) são LI
- 2.61\(1,\cos^2t,\sen^2t\) são LD
- 2.62\(1,t,t^2,\ldots\): uma família infinita LI
- 2.69A base canônica de \(\R^n\)
- 2.7Matrizes simétricas e antissimétricas
- 2.70A base \((1,x,\ldots,x^n)\) de \(\Pol{n}\)
- 2.71A base das matrizes elementares
- 2.72Coordenadas numa base não canônica de \(\R^2\)
- 2.76Dimensões de \(\R^n\), \(\Pol{n}\) e \(\Mat{m}{n}\)
- 2.77Dimensão das matrizes simétricas e das antissimétricas
- 2.78\(\Poli\) tem dimensão infinita
- 2.8Cadeias de subespaços de polinômios e de funções
- 2.84Completar dois vetores a uma base de \(\R^3\)
- 2.87Dois planos distintos pela origem em \(\R^3\) se cortam numa reta
- 2.88As dimensões confirmam \(\Mat{n}{n} = \Simet\oplus\mathcal{A}\)
- 2.89Em \(\R^4\), dois subespaços de dimensão \(3\) se intersectam
- 2.9Um conjunto dado por uma equação linear homogênea é um núcleo
- 2.96Sistemas homogêneos: dimensão do espaço de soluções
- 2.97Dimensão das matrizes de traço nulo
- 2.98A derivada: núcleo e imagem contados
- 2.99Uma dimensão difícil de calcular na mão
- 3.11Rotações e as fórmulas de adição
- 3.17Mudança de base em \(\Pol{2}\): um exemplo completo
- 3.37Um sistema resolvido por completo
- 3.38Discussão de um sistema com parâmetro
- 3.39As duas descrições de um subespaço: geradores e equações
- 3.4A matriz da derivada em duas bases
- 3.5A matriz da identidade
- 3.6Matriz de uma transformação \(\mathcal{M}_{2\times2}(\R)\to\Pol{3}\)
- 4.29Vandermonde e interpolação
- 4.30O determinante da transposição
- 4.31O determinante da multiplicação à esquerda
- 4.7O determinante \(2\times2\)
- 4.8O determinante \(3\times3\): regra de Sarrus
- 5.12Uma base dual em \(\R^3\)
- 5.14Regra de Simpson
- 5.19A transposta em \(\R^n\), com vetores-linha
- 5.28Equações de um subespaço de \(\R^4\) pelo anulador
- 5.3Funcionais em \(\R^n\) são vetores-linha
- 5.36A alternativa de Fredholm num sistema \(3\times2\)
- 5.4Funcionais em \(\Pol{n}\)
- 5.43\(\R^3\) módulo uma reta e módulo um plano
- 5.44Polinômios módulo as constantes
- 5.45Reduzir o representante em \(\R^4/S\)
- 5.47A derivada no quociente pelas constantes
- 5.5Funcionais em \(\Mat{n}{n}\)
- 5.50Matrizes módulo as de traço nulo
- 5.51Polinômios módulo os que se anulam em \(a\)
- 5.52\(\R^3/[(1,-1,1)]\iso\R^2\)
- 5.6Um funcional em \(C^0([0,1])\)
- 6.12O ângulo entre \(1\) e \(t^2\)
- 6.19Gram–Schmidt em \(\R^3\)
- 6.20Polinômios de Legendre
- 6.23Em \(\R^n\), \(S^\perp\) é o espaço solução de um sistema
- 6.24Matrizes simétricas e antissimétricas são ortogonais
- 6.25O complemento ortogonal das constantes em \(\Pol{2}\)
- 6.29A melhor aproximação de \(t^3\) por polinômios de grau \(\leq1\)
- 6.3O produto escalar de \(\R^n\)
- 6.31A reta que melhor ajusta quatro pontos
- 6.33A matriz de Gram de três vetores de \(\R^3\)
- 6.39Projeções ortogonais são auto-adjuntas
- 6.4Produto interno de matrizes: \(\tr(A^tB)\)
- 6.40A derivada nos polinômios trigonométricos é antiadjunta
- 6.41Operadores ortogonais
- 6.5Produto interno de funções: a integral do produto
- 6.6Um produto interno em \(\R^2\) que não é o usual
- 6.7Bilinear e simétrica, mas não positiva
- 7.14\(\Alt^2(\R^3)\) e o produto vetorial
- 7.15Uma forma de grau \(2\) que não é produto de dois funcionais
- 7.25A sequência exata de um quociente
- 7.26A sequência exata do núcleo e da imagem
- 7.27A sequência exata de um produto cartesiano
- 7.28A sequência exata das matrizes simétricas e antissimétricas
- 7.5O produto interno como forma bilinear
- 7.6A forma alternada \(\det(x\ y)\) em \(\R^2\)
- 7.7O produto de dois funcionais e a sua parte alternada
- 8.12Autovalores e autoespaços de uma matriz \(2\times2\)
- 8.13Autovalores e autoespaços de uma matriz \(3\times3\)
- 8.19Os autoespaços da transposição
- 8.20Dois operadores que derivam: \(D\) e \(x\,D\)
- 8.21A rotação não tem autovalor real
- 8.29Uma matriz \(2\times2\) que não é diagonalizável
- 8.30Uma matriz \(3\times3\) diagonalizável com autovalor duplo
- 8.31Raízes reais, mas não diagonalizável
- 8.33Potências, inversa e raízes quadradas por diagonalização
- 8.34Fibonacci por diagonalização
- 8.39Núcleo, imagem e autoespaços são invariantes
- 8.4Reflexão: autovalores \(1\) e \(-1\)
- 8.40Uma reta é invariante quando é gerada por um autovetor
- 8.41Interseção e soma de invariantes são invariantes
- 8.42Para a derivada, cada \(\Pol{k}\) é invariante
- 8.44Os subespaços invariantes de quatro operadores de \(\R^2\)
- 8.47Diagonalizáveis que não comutam, sem autovetor comum
- 8.48Comutar não basta para ter um autovetor real comum
- 8.49Rotação com dilatação: a matriz de \(a+ib\)
- 8.5Projeção: autovalores \(1\) e \(0\)
- 8.52Autovalores \(2\pm i\): uma rotação numa base torta
- 8.56Cayley–Hamilton para matrizes \(2\times2\)
- 8.6Rotação: nenhum autovalor real
- 8.60A inversa de uma matriz \(3\times3\) por Cayley–Hamilton
- 8.61Potências da matriz de Fibonacci
- 8.63Polinômio mínimo da identidade, de idempotentes e de nilpotentes
- 8.64Mesmo polinômio característico, polinômios mínimos diferentes
- 8.7Cisalhamento: um só autoespaço
- 9.14A matriz de uma forma quadrática
- 9.17Redução de \(5x^2-4xy+8y^2\)
- 9.24A assinatura de \(2xy+2yz+2zx\)
- 9.25Diagonal e determinante positivos não bastam
- 9.32Uma elipse: \(5x^2-4xy+8y^2 = 36\)
- 9.33Uma parábola: \(x^2+2xy+y^2-2x+2y-3 = 0\)
- 9.34Uma hipérbole: \(x^2-y^2+2x+4y-4 = 0\)
- 9.35Um par de retas paralelas: \(x^2+4xy+4y^2-6x-12y+8 = 0\)
- 9.38Um cilindro elíptico: \(x^2+y^2+z^2+2xy = 1\)
- 9.39Um hiperboloide de duas folhas: \(xy+yz+zx = 1\)
- 9.40Um hiperboloide de uma folha: \(x^2+y^2-z^2 = 1\)
- 9.41Um cone: \(x^2+y^2-z^2 = 0\)
- 9.42Um elipsoide: \(x^2+2y^2+3z^2-2xz = 1\)
- 9.8Diagonalização ortogonal com um autovalor duplo
Exercício
Nota
- 1.10Ordem das demonstrações
- 1.12Dois elementos com escalares \(\{0,1\}\)
- 1.18Polinômios de grau exatamente \(n\)
- 1.20\(\R^n\), matrizes e sequências como espaços de funções
- 1.25Verificação dos axiomas num subconjunto de \(\mathcal{F}(X,\R)\)
- 1.3Três comentários sobre a definição de espaço vetorial
- 1.30Somas sem parênteses
- 1.34Igualdade de funções, ponto a ponto
- 1.4Os três blocos de axiomas
- 1.45Uma transformação linear do plano deforma a malha
- 1.61Sistemas lineares, antecipados
- 1.73O que quer dizer isomorfismo
- 1.9O axioma (M2) não é supérfluo
- 2.13Subespaços e não-subespaços de \(\R^2\)
- 2.26Basta testar a unicidade no zero
- 2.30Simétrica e antissimétrica, par e ímpar: a mesma conta
- 2.32Soma direta de três ou mais subespaços
- 2.34Decomposição do plano em duas retas oblíquas
- 2.47Independência linear em casos pequenos
- 2.58O que o teorema do gerador minimal não diz
- 2.63Pontos provam independência, não dependência
- 2.68Escolher uma base é escolher um isomorfismo com \(\R^n\)
- 2.80LI de um lado, geradores do outro, base no meio
- 3.18Quando a matriz de um operador é diagonal
- 3.20Duas leituras de um sistema: por linhas e por colunas
- 3.28Operações elementares como multiplicação por matrizes
- 3.33O que se lê na forma escada reduzida
- 3.40O teorema do núcleo e da imagem em quatro roupas
- 3.41Verdadeiro ou falso: como decidir
- 3.42Um zoológico de contra-exemplos
- 3.43Quatro esqueletos de demonstração
- 3.8Por que o produto de matrizes é definido assim
- 4.15O determinante é volume com sinal
- 4.16Em \(\R^3\): volume nulo equivale a vetores coplanares
- 4.17A unicidade do determinante é uma ferramenta
- 4.9A fórmula de Leibniz não serve para calcular
- 5.10\(v_1^*\) depende de toda a base, e não só de \(v_1\)
- 5.20\(V\iso V^*\) depende de escolha
- 5.27O anulador em \(\R^n\) são as equações
- 5.29O anulador de uma reta de \(\R^3\): um leque de planos
- 5.32O dicionário entre subespaços e anuladores
- 6.42Dicionário: subespaços, dual e produto interno
- 7.29O teorema do núcleo e da imagem em seis roupas
- 8.14Autovalores reais são as raízes reais de \(p_T\)
- 8.25Um operador diagonalizável estica cada eixo próprio
- 8.53Escalares complexos
- 8.58Uma “demonstração” falsa de Cayley–Hamilton
- 8.8Quatro operadores de \(\R^2\) e os seus autoespaços
- 9.11A forma geral de uma matriz ortogonal
- 9.19As três formas reduzidas de \(\R^2\)
- 9.36Quatro cônicas lado a lado
- 9.37Quádricas pela assinatura
- 9.4Como a auto-adjunção remove os dois obstáculos
- 9.43Onde a álgebra linear reaparece
Motivação
Construção
Por tag
exemplos
- Exemplo 1.13O espaço \(\R^n\)
- Exemplo 1.14Matrizes \(m\times n\)
- Exemplo 1.15Polinômios
- Exemplo 1.16\(\R\) como espaço vetorial
- Exemplo 1.17Espaço nulo
- Exemplo 1.21Funções de classe \(C^k\)
- Exemplo 1.22Polinômios como funções
- Exemplo 1.23Soluções de \(y''+y=0\)
- Exemplo 1.24Sequências convergentes e sequências de Fibonacci
- Exemplo 1.31Combinação linear em \(\R^3\)
- Exemplo 1.32\(\cos^2t\) é combinação linear de \(1\) e \(\cos2t\)
- Exemplo 1.33\(\sen t\) não é combinação linear de \(1\) e \(\cos t\)
- Exemplo 1.38Multiplicação por uma matriz
- Exemplo 1.39A derivada é linear
- Exemplo 1.40A integral é linear
- Exemplo 1.41A avaliação num ponto é linear
- Exemplo 1.42Transposição e multiplicação à esquerda
- Exemplo 1.43O traço é linear
- Exemplo 1.44Rotação e projeção em \(\R^2\)
- Exemplo 1.46A translação não é linear
- Exemplo 1.47O determinante não é linear
- Exemplo 1.48O quadrado não é linear; as lineares \(\R\to\R\)
- Exemplo 1.55Valores dados em \(e_1,e_2\): existe e é única
- Exemplo 1.56Valores dados em \((2,1)\) e \((-1,1)\): existe e é única
- Exemplo 1.57Valores incompatíveis: não existe
- Exemplo 1.62Núcleo e imagem da derivada
- Exemplo 1.63Núcleo e imagem de uma \(T_A:\R^3\to\R^2\)
- Exemplo 1.64Núcleo e imagem do traço
- Exemplo 1.65Deslocamentos nas sequências
- Exemplo 1.69\(\Pol{n}\iso\R^{n+1}\)
- Exemplo 1.70\(\Mat{m}{n}\iso\R^{mn}\)
- Exemplo 1.71Os espaços com operações exóticas são isomorfos aos usuais
- Exemplo 1.72\(\mathcal{M}_{2\times2}(\R)\iso \Pol{3}\)
- Exemplo 2.10Não-subespaço: falha a condição (i)
- Exemplo 2.11Não-subespaço: falha só a condição (ii)
- Exemplo 2.12Não-subespaço: falha só a condição (iii)
- Exemplo 2.21Soma de duas retas
- Exemplo 2.22Soma de dois planos de \(\R^3\): a decomposição não é única
- Exemplo 2.23Toda matriz é soma de uma simétrica e uma antissimétrica
- Exemplo 2.27\(\R^2\) é soma direta de duas retas distintas
- Exemplo 2.28\(\Mat{n}{n} = \Simet\oplus\mathcal{A}\)
- Exemplo 2.29Funções pares e ímpares
- Exemplo 2.31Uma soma que não é direta
- Exemplo 2.38\(e_1,\ldots,e_n\) geram \(\R^n\)
- Exemplo 2.39Geradores de \(\Pol{n}\) e de \(\Mat{m}{n}\)
- Exemplo 2.4Subespaços triviais
- Exemplo 2.40Três vetores que geram \(\R^2\), com um sobrando
- Exemplo 2.41\(\Poli\) não é finitamente gerado
- Exemplo 2.48\(e_1,\ldots,e_n\) são LI em \(\R^n\)
- Exemplo 2.49\(1,x,\ldots,x^n\) são LI em \(\Pol{n}\)
- Exemplo 2.5Retas e planos pela origem
- Exemplo 2.50Uma lista “triangular” de polinômios é LI
- Exemplo 2.51Em \(\R^n\), testar independência é resolver um sistema homogêneo
- Exemplo 2.59\(1,\cos t,\sen t\) são LI
- Exemplo 2.6Núcleo e imagem são subespaços
- Exemplo 2.60\(e^t,e^{2t}\) são LI
- Exemplo 2.61\(1,\cos^2t,\sen^2t\) são LD
- Exemplo 2.62\(1,t,t^2,\ldots\): uma família infinita LI
- Exemplo 2.69A base canônica de \(\R^n\)
- Exemplo 2.7Matrizes simétricas e antissimétricas
- Exemplo 2.70A base \((1,x,\ldots,x^n)\) de \(\Pol{n}\)
- Exemplo 2.71A base das matrizes elementares
- Exemplo 2.72Coordenadas numa base não canônica de \(\R^2\)
- Exemplo 2.76Dimensões de \(\R^n\), \(\Pol{n}\) e \(\Mat{m}{n}\)
- Exemplo 2.77Dimensão das matrizes simétricas e das antissimétricas
- Exemplo 2.78\(\Poli\) tem dimensão infinita
- Exemplo 2.8Cadeias de subespaços de polinômios e de funções
- Exemplo 2.87Dois planos distintos pela origem em \(\R^3\) se cortam numa reta
- Exemplo 2.88As dimensões confirmam \(\Mat{n}{n} = \Simet\oplus\mathcal{A}\)
- Exemplo 2.89Em \(\R^4\), dois subespaços de dimensão \(3\) se intersectam
- Exemplo 2.9Um conjunto dado por uma equação linear homogênea é um núcleo
- Exemplo 3.4A matriz da derivada em duas bases
- Exemplo 3.5A matriz da identidade
- Exemplo 3.6Matriz de uma transformação \(\mathcal{M}_{2\times2}(\R)\to\Pol{3}\)
- Exemplo 4.7O determinante \(2\times2\)
- Exemplo 4.8O determinante \(3\times3\): regra de Sarrus
- Nota 4.9A fórmula de Leibniz não serve para calcular
- Exemplo 5.43\(\R^3\) módulo uma reta e módulo um plano
- Exemplo 5.44Polinômios módulo as constantes
- Exemplo 5.45Reduzir o representante em \(\R^4/S\)
- Exemplo 6.23Em \(\R^n\), \(S^\perp\) é o espaço solução de um sistema
- Exemplo 6.24Matrizes simétricas e antissimétricas são ortogonais
- Exemplo 6.25O complemento ortogonal das constantes em \(\Pol{2}\)
- Exemplo 6.3O produto escalar de \(\R^n\)
- Exemplo 6.39Projeções ortogonais são auto-adjuntas
- Exemplo 6.4Produto interno de matrizes: \(\tr(A^tB)\)
- Exemplo 6.40A derivada nos polinômios trigonométricos é antiadjunta
- Exemplo 6.41Operadores ortogonais
- Exemplo 6.5Produto interno de funções: a integral do produto
- Exemplo 6.6Um produto interno em \(\R^2\) que não é o usual
- Exemplo 6.7Bilinear e simétrica, mas não positiva
- Exemplo 7.25A sequência exata de um quociente
- Exemplo 7.26A sequência exata do núcleo e da imagem
- Exemplo 7.27A sequência exata de um produto cartesiano
- Exemplo 7.28A sequência exata das matrizes simétricas e antissimétricas
- Exemplo 7.5O produto interno como forma bilinear
- Exemplo 7.6A forma alternada \(\det(x\ y)\) em \(\R^2\)
- Exemplo 7.7O produto de dois funcionais e a sua parte alternada
- Exemplo 8.29Uma matriz \(2\times2\) que não é diagonalizável
- Exemplo 8.30Uma matriz \(3\times3\) diagonalizável com autovalor duplo
- Exemplo 8.31Raízes reais, mas não diagonalizável
- Exemplo 8.39Núcleo, imagem e autoespaços são invariantes
- Exemplo 8.4Reflexão: autovalores \(1\) e \(-1\)
- Exemplo 8.40Uma reta é invariante quando é gerada por um autovetor
- Exemplo 8.41Interseção e soma de invariantes são invariantes
- Exemplo 8.42Para a derivada, cada \(\Pol{k}\) é invariante
- Exemplo 8.47Diagonalizáveis que não comutam, sem autovetor comum
- Exemplo 8.48Comutar não basta para ter um autovetor real comum
- Exemplo 8.5Projeção: autovalores \(1\) e \(0\)
- Exemplo 8.6Rotação: nenhum autovalor real
- Exemplo 8.60A inversa de uma matriz \(3\times3\) por Cayley–Hamilton
- Exemplo 8.61Potências da matriz de Fibonacci
- Exemplo 8.63Polinômio mínimo da identidade, de idempotentes e de nilpotentes
- Exemplo 8.64Mesmo polinômio característico, polinômios mínimos diferentes
- Exemplo 8.7Cisalhamento: um só autoespaço
- Exemplo 9.24A assinatura de \(2xy+2yz+2zx\)
- Exemplo 9.25Diagonal e determinante positivos não bastam
- Exemplo 9.32Uma elipse: \(5x^2-4xy+8y^2 = 36\)
- Exemplo 9.33Uma parábola: \(x^2+2xy+y^2-2x+2y-3 = 0\)
- Exemplo 9.34Uma hipérbole: \(x^2-y^2+2x+4y-4 = 0\)
- Exemplo 9.35Um par de retas paralelas: \(x^2+4xy+4y^2-6x-12y+8 = 0\)
- Exemplo 9.38Um cilindro elíptico: \(x^2+y^2+z^2+2xy = 1\)
- Exemplo 9.39Um hiperboloide de duas folhas: \(xy+yz+zx = 1\)
- Exemplo 9.40Um hiperboloide de uma folha: \(x^2+y^2-z^2 = 1\)
- Exemplo 9.41Um cone: \(x^2+y^2-z^2 = 0\)
- Exemplo 9.42Um elipsoide: \(x^2+2y^2+3z^2-2xz = 1\)