Potências de uma matriz diagonalizável
Se \(A = PDP^{-1}\) com \(D = \mathrm{diag}(\lambda_1,\ldots,\lambda_n)\), então \(A^k = PD^kP^{-1}\) para todo \(k\geq0\), e \(D^k = \mathrm{diag}(\lambda_1^k,\ldots,\lambda_n^k)\). Se todos os \(\lambda_i\neq0\), isso vale também para \(k<0\).
O desvio do Teorema 3.14, agora com propósito: para calcular \(A^k\), passe às coordenadas em que \(A\) é diagonal, eleve \(n\) números à potência \(k\), e volte.
Demonstração
Temos \(A^2 = PDP^{-1}PDP^{-1} = PD^2P^{-1}\), e o resto é indução. Para \(k = -1\), basta ver que \((PDP^{-1})(PD^{-1}P^{-1}) = I\).
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