O Departamento de Estatística, responsável pelo Bacharelado em Estatística, foi criado em 1970, por ocasião da reforma universitária. O Bacharelado em Estatística foi instituído em 1972.

A missão do curso é formar bacharéis em Estatística com sólida formação conceitual, para atuarem no mercado de trabalho, em empresas privadas e órgãos públicos, bem como formar profissionais preparados para seguir carreira acadêmica prosseguindo com a realização de mestrado e doutorado para futura atuação em universidades e centros de pesquisa nacionais e estrangeiros. Pretende-se despertar o interesse dos alunos pelos novos conhecimentos e por uma postura ética.

Espera-se que o egresso tenha as seguintes competências e habilidades:

a) ter cultura científica: o trabalho estatístico se inicia pela interação com outros profissionais e, dessa forma, o estatístico deve estar habilitado a participar ativamente da discussão; para isso, precisa conhecer os fundamentos mais gerais das áreas com as quais deverá colaborar;

b) ter capacidade de expressão e de comunicação;

c) ter conhecimento das formas de planejamento de coleta de dados;

d) ter conhecimento das formas de medição das variáveis de sua área de atuação e de organização e manipulação dos dados;

e) saber produzir sínteses numéricas e gráficas dos dados, através da construção de índices, mapas e gráficos;

f) saber usar técnicas de análise e de modelagem estatística;

g) ser capaz de, a partir da análise dos dados, sugerir mudanças em processos, políticas públicas, instituições etc;

h) possuir capacidade crítica para analisar os conhecimentos adquiridos, assimilar novos conhecimentos científicos e/ou tecnológicos, além de capacidade de trabalhar em equipe multidisciplinar;

i) ter habilidades gerenciais.

Há uma grande demanda por profissionais na área de Estatística. O bacharel em Estatística pode atuar nas seguintes áreas:

a) Setor financeiro, em modelagem e previsão e na concessão de crédito;

b) Setor atuarial;

c) Setor farmacêutico, no desenvolvimento de novos medicamentos e pesquisas clínicas;

d) Setor industrial, no desenvolvimento de novos produtos e controle de qualidade;

e) Pesquisa de mercado;

f) Área médica;

g) Órgãos públicos, na elaboração de estatísticas oficiais;

h) Área de planejamento de experimentos;

i) Epidemiologia;

j) Outros.