O IMPACTO DOS MEIOS ELETRÔNICOS
NA EDUCAÇÃO, NO LAR E NA ESCOLA. O QUE FAZER?

Valdemar W. Setzer
www.ime.usp.br/~vwsetzer – esta versão: 11/9/18

AVALIAÇÕES DE PARTICIPANTES

Nesta página encontram-se, em ordem cronológica reversa, transcrições de todas as avaliações de participantes dessas palestras, desde 5/12/15, conforme escreveram no One-minute paper no fim da mesma, respondendo: [1] Coisa mais importante aprendida; [2] Maior dúvida que ficou; [3] Comentários. Ver o resumo da palestra, com detalhes como material necessário, títulos alternativos, endereços de artigos etc. Ver as apresentações da palestra em ppt, para público geral e para escolas Waldorf. Ver os artigos "Os efeitos negativos dos meios eletrônicos em crianças, adolescentes e adultos" e "O impacto dos meios elettrônicos e a pedagogia Waldorf. O que fazer?" e lista de palestras dadas e programadas. Respostas (infelizmente breves) a algumas das dúvidas estão assinaladas com RESP.

11. 10/9/18 para pais do 6º ano B da Escola Waldorf Rudolf Steiner de São Paulo, R. Job Lane 900, Sto. Amaro, São Paulo, SP; info: Profa. Barbara Margelli bitmargelli.atarro gmail.com

  1. 1. Reforçou a minha atitude de ainda não liberar Internet e eletrônicos para meus filhos. 3. Facilita muito o fato de os amigos das crianças também não terem tanto acesso.
  2. 1. O que mais aprendi é que se a mudança não for viva e verdadeira em mim, não tenho como passar algo para minhas filhas. 3. Como educadora e diretora de teatro, sinto no começo das épocas, os alunos mais anestesiados e impulsionados a fazerem do teatro um musical, algo famoso; eles me trazem isso. Penso que essa palestra tem que ser dada no 3º ano, infelizmente tudo está mais antecipado, tenho uma filha de 10 anos e vejo o movimento destas crianças, bem agressivas. Grata, Valdemar. RESP.: Estou à disposição para dar palestras sobre este e outros assuntos em escolas, instituições e mesmo em lares. É só ter pelo menos umas 10 pessoas, para valer o esforço.
  3. 1. Foi muito esclarecedor compreender melhor sobre os efeitos que a TV provoca e tudo que compreende os meios eletrônicos. 2. São muito claros os prejuízos, portanto não há dúvidas.
  4. 1. O que aprendi de mais importante é a relação com o suicídio, depressão e pânico. 2. Qual o efeito de permitir o uso apenas em fins de semana? RESP.: Em minha opinião, se as crianças e adolescentes usarem durante o fim de semana, fora o prejuízo de verem e lerem coisas inapropriadas e os riscos de predadores, acostumarem-se à distração etc., eles ficarão com vontade de usar durante a semana também; talvez procurem mais usar os aparelhos dos amigos. Além disso, como se vai justificar que os aparelhos são prejudiciais em si se nos fins de semana eles podem ser usados?
  5. 1. O vídeo game, TV, PC, smartphone, tablet dessensibilizam as pessoas socialmente, viciam, criam dependência. O adulto deve ser o exemplo para a criança.
  6. 1. Somos o exemplo. E por conta do exemplo é necessário reflexão das atitudes. 2. Para onde vamos "caminhar" com essa realidade? Isso infelizmente é verdadeiro... RESP.: Infelizmente tenho uma má notícia: vai piorar. Se automaticamente melhorasse, poderíamos cruzar os braços e esperar a melhora. Como a piora é crescente, somos chamados cada vez mais à consciência e à ação.
  7. 1. O que fazer -> ações diretas e providências simples. 2. Providencias em grupo de classe. 3. Excelente conteúdo!
  8. 1. Eu sabia com as "telas" eram maléficas mas não sabia conscientemente sobre diversos pontos como a diminuição da frequência cerebral, a falta de consciência, a quantidade de imagens, a rapidez da troca de imagens. RESP.: Sim, essa rapidez faz com que não se consiga pensar em cada imagem, de modo que sobra apenas o pensamento intuitivo, não consciente. Isso prejudica a capacidade de pensar.
  9. 1. Não posso me deixar dominar pelos eletrônicos e, menos ainda, permitir que isso aconteça com meu filho. 2. Como enfrentar o problema de forma positiva depois que "a casa já caiu". RESP.: Usei essa expressão para me referir ao fato de que, se se tirar os aparelhos de um adolescente, ele vai ter ataques de raiva. Em uma experiência na minha família, depois de alguns dias isso passa, e no nosso caso o adolescente reconheceu que estava usando o smartphone demais. Com adolescentes, a partir de 14 anos, deve-se aos poucos começar a explicar os problemas conceitualmente. Antes disso o melhor é citar exemplos de consequências ruins e trágicas do uso dos aparelhos, que saem nos jornais e revistas.
  10. 1. Palestra incrível, sempre um banho de consciência. Nós vamos nos acostumando e dia a dia perdendo o discernimento. Muito obrigada! RESP.: Não tive tempo de abordar isso (veja na apresentação em meu site), mas toda a tecnologia, e muito em especial as que têm tela, exige muito conhecimento (inclusive dos efeitos nos usuários), muito discernimento (para distinguir o que é bom do que é mau, o belo do feio, o verdadeiro do falso), muita autoconsciência (para se reconhecer o que está se passando consigo próprio) e muito autocontrole (para controlar o uso dos aparelhos). Acontece que crianças e adolescentes não os têm estão desenvolvendo-os.
  11. 1. O "não" é a melhor solução ainda. 2. Quando o cônjuge tem dificuldade em "desligar-se" dos aparatos eletrônicos... Fica cansativo. RESP.: Essa questão do cônjuge ser de opinião diferente é um enorme problema para os casais – uma situação velha conhecida da pedagogia Waldorf. Tente ler em conjunto com ele/a meus e outros artigos e debater os argumentos. Estou à disposição para conversar com vocês. Tente mostrar o que está ocorrendo, pode ser uma questão de falta de consciência. Infelizmente, às vezes nada disso ajuda, e isso significa pelo menos o sacrifício de um dos cônjuges, como você disse, "é cansativo" ficar tentando mudar uma mentalidade inutilmente.

10. 5/6/18, palestra de apenas 2 horas no Espaço Cultural Rudolf Steiner da Sociedade Antroposófica no Brasil, coordenação e info: Derblai Sebben drderblai.arro.ba gmail.com

  1. [1] A interferência da tecnologia no desenvolvimento de toda a trimembração do ser humano. O perigo dos riscos que a tecnologia traz, a dependência que gera e com isso está comprometendo a sociabilização, a empatia entre nós, nosso impulso para desenvolver a fraternidade. [2] O que vai acontecer com nossas crianças, com a sociedade futura, com essa exposição inconsciente às máquinas e telas? [3] Ótima palestra! Leve e enriquecedora, com muito conteúdo! RESP.: Atenção, só abordei um aspecto da trimembração do ser humano, a do pensar, do sentir e do querer. Há outros aspectos, como cabeça, tronco e membros e, algo característico da Antroposofia, sistemas neurosensorial, circulatório-respiratório e metabólico-motor, bem como corpo, alma e espírito. Como eu relatei na palestra, a geração que nasceu depois do ano 2.000. e que cresceu com smartphones (popularizados em 2004) e tablets (2010), que permitem o acesso à internet e o uso de jogos eletrônicos em quaisquer momento, lugar e idade, essa geração ainda não se tornou adulta. Minhas previsões são as piores possíveis: falta de concentração, agressividade e falta de sensibilidades sociais, depressão, suicídios, obsessão pela distração, dependência da internet levando a outras dependências etc.
  2. [1] O atual cenário global condiciona que crianças e adolescentes pertençam ao mundo digital, de forma que acabam viciando-se e tornando-se dependentes "quimicamente" da tecnologia e da Internet. [2] Como desacelerar este processo de imersão no mundo digital das crianças e adolescentes, onde um bebê com 2 anos já consegue ver vídeos no youtube, como reverter isso. [3] Foram passadas uma vasta gama de informações de maneira clara e objetiva, palestra de um assunto importantíssimo no cenário atual, clareado de ideias. RESP.: Não é verdade que crianças pertencem ao mundo digital. Isso depende de os pais, professores e responsáveis deixarem ou não elas usarem os meios eletrônicos. Atenção: algo que esqueci de dizer na palestra: a TV é a porta aberta para os outros meios. Se uma criança tem acesso aos meios, minha recomendação, como falei, é tirar totalmente esse acesso, adiá-lo o máximo possível. Com adolescentes a coisa é muito mais difícil. Além das sugestões da palestra, recomendo discutir muito essa questão, ler junto com eles notícias de jornal e de revistas mostrando os problemas que eles causam.
  3. [1] Relembrei dos perigos da TV, que havia deixado de lado diante da Internet e vídeo games. Obrigada! [3] Foi fundamental ver as estatísticas e os argumentos contra o uso de aparelhos digitais na infância. Reforçarei na escola de meu filho! RESP.: Sugira à escola para me convidar para dar palestra para pais e professores. Infelizmente, na minha experiência os professores e pais que mais precisam em geral não vêm à palestra - não querem sair de seu padrão e do comodismo que os meios dão em relação a crianças e adolescentes.
  4. [1] O controle do vício, da dependência começa com a nossa autoeducação! [2] Como conscientizar familiares de forma eficaz dos danos que a mídia traz, quando não acreditam num ensino Waldorf? (Pois os avôs cuidam dos filhos e oferecem mídias e eletrônicos.) RESP.: Infelizmente, professores e pais de escolas Waldorf não assumem a posição que deviam em relação aos meios eletrônicos que, como mostrei, são absolutamente anti-Waldorf. Pais que reconhecem os problemas dos meios eletrônicos deviam ajuntar-se e formar grupos de famílias em que se pode ter certeza de que o filho, indo visitar uma coleguinha, não estará sujeito aos meios na casa dela. Os professores deveriam promover a formação desses grupos, mas se eles não se mexerem, os próprios pais deveriam tomar a iniciativa. Além disso, é importante que os filhos sejam colocados em escols que não usam os meios eletrônicos, pelo menos até o fim do ensino médio, e não incentivem o uso em qualquer nível, como nas boas escolas que seguem a pegadogia Waldorf. O caso dos avôs é recorrente. É preciso tentar mostrar a eles como os meios prejudicam as crianças e adolescentes. Discuta com eles, mostre artigos e entrevistas, convide-os para minhas palestras.
  5. [1] Algumas dicas de autoajuda que podem ser exercitadas no dia a dia. Passear sobre as plantas como uma pausa. [2] Como dosar e controlar o acesso de uso de tablets com filhos quando estão com os amigos. [3] Gostaria de mais tempo para especificar alguns ponto abordados nesta palestra. RESP.: Em sua casa, é possível controlar, desde que o adulto que cuida das crianças não use os meios e não permita o seu uso pelas crianças. Fora de casa há um enorme problema. Como sugeri na resposta anterior, acho que a única maneira é a sociabilização com coleguinhas de famílias com a mesma preocupação. De qualquer modo, o uso fora de casa é mínimo em comparação com uso dentro dela ou com o próprio aparelho. Na verdade, essa palestra deveria ser um curso, mas pela falta de tempo tive que encurtar muitas coisas.
  6. [1] |Alerta para os reais perigos das mídias eletrônicas. [2] O que fazer? [3] Excelente alerta! RESP.: Dei várias sugestões do que fazer, infelizmente o tempo não permitiu abordar todas. Se não está convencida dos malefícios dos meios eletrônicos, comece estudando artigos (como os dois citados na introdução acima) e livros. Estou à disposição para tirar dúvidas.
  7. [1] Aprenderei com a geração. Ela me auxilia a crescer em todos os sentidos. Veja o que essa geração passa e meu dever nesse mundo e compreender e agir. RESP.: Cuidado, há forças querendo destruir a natureza e a humanidade. Uma das maneiras mais eficazes de destruir a humanidade é destruir as crianças e adolescentes, tanto física como psiquicamente, pois serão adultos desajustados socialmente, depressivos, sem criatividade etc. etc.
  8. [1] Quando crianças devemos tirar os aparelhos e Internet e colocar as tarefas de casa. [2] Não tenho.
  9. [1] Sou mãe de duas crianças do primeiro setênio, portanto eu leio muito sobre o assunto. Todo assunto foi muito esclarecedor, mas a questão da dependência química me chamou a atenção. [2] Não ficaram dúvidas. Irei acessar o site do senhor e com certeza elas aparecerão! [3] Excelente! Gratidão por compartilhar seu conhecimento.
  10. [1]Caro Valdemar, gratidão pela excelente palestra. O + importante - dessensibilização social, impedindo a fraternidade. [2] Existe a possibilidade de receber os power points por e-mail? RESP.: Todas as palestras que tenho dado estão com apresentações em ppt em meu site, é só fazer acesso a elas. Em particular, essa que usei está em
    www.ime.usp.br/~vwsetzer/apresentacoes/meios-riscos%20criancas%20adolescentes.pps
  11. [1] A idade para uso de aparelhos eletrônicos. [2] Foi tudo bem esclarecido. [3] Minha filha de 13 anos usa o Wat no meu celular. RESP.: Ótimo, essa solução foi uma de minhas recomendadas. Assim ela pode comunicar-se com os amigos (mas seria importante apenas responder o que é essencial (como marcar reuniões etc.), e imediatamente eliminar as abobrinhas, que são em geral a quase totalidade. Além disso, esse uso deveria ser feito em horários pré-determinados.
  12. [1] Hoje em dia estamos cada vez mais dependentes dos aparelhos eletrônicos e isso afeta muito as relações socias e a saúde. [2] Como desviar as crianças disso com o mundo cada vez mais digital? RESP.: Ainda não chegamos na situação do 1984 do Orwell (que deveria ser lido, e também o Admirável Mundo Novo, do Huxley que, aliás, foi o que se cumpriu, a sociedade dominada pelo prazer e pelo horror ao sofrimento), isto é, você ainda pode fazer dentro de casa o que quiser, desde que não maltrate ninguém. Já dei acima sugestões de como desviar.
  13. [1] Não usar o celular, internet na frente dos filhos. [2] Como lidar com os meios eletrônicos com os adultos, na família: pai, avôs, empregada. [3] Excelente palestra. RESP.: Essa questão de pai, avós e empregada é um grande problema, especialmente os dois primeiro. Parece-me que no caso das empregadas e babás é viável dar uma ordem de não ligar os aparelhos, e por exemplo usar o smartphone longe das crianças. Já com pais e avôs, é preciso conscientizá-los dos problemas. Estou à disposição para fazer um bate-papo na casa de qualquer pessoa, idealmente para pelo menos 10 pessoas.
  14. [1] A evitar atividades "impensantes".
  15. [1] O processo de dessensibilização ocorre na exposição de violência...
  16. [1] O quanto prejudica a fantasia e concretividade e prejudica a leitura. [2] Como lidar com crianças e famílias que liberam os meios eletrônicos mesmo em escolas Waldorf. [3] Excelente palestra. RESP.: sobre escolas Waldorf., veja minhas observações anteriores, especialmente na avalição 4.
  17. [1] Cada vez mais estamos dependentes de aparelhos eletrônicos. Isso muitas vezes está sendo mais importante em nossas vidas do que as pessoas, a família. [2] Como substituir os aparelhos eletrônicos por outros meios menos nocivos à saúde. RESP.: Comece por si própria/o, desenvolva a capacidade de controlar o uso dos meios eletrônicos, por exemplo, como citei, não usar a internet e nem redes sociais fora de casa, e mesmo nela, em horários pré-determinados. Por exemplo, não use os aparelhos (começando pela TV) à noite, pois prejudicam o sono. Falta de sono produz depressão, como já está provado cientificamente.
  18. [1] Os meio eletrônicos causam danos irreparáveis ao desenvolvimento sadio de crianças e adolescentes. [2] Como atuar nas demandas externas dos meios eletrônicos. [3] Palestra excelente! RESP.: Como atuar? Como eu disse, usando-os com muito conhecimento, discernimento, autoconsciência e autocontrole. Usá-los só para o que é realmente útil.
  19. [1] A dependência que os meios eletrônicos causam e seus danos. [2] Como conscientizar outras pessoas. Parece-me que é necessária uma disposição pessoal. [3] Gratidão! Satisfação enorme escutar o senhor que tanto já li! RESP.: Discuta os problemas com outras pessoas, organize minhas palestras, mostre artigos que chamam a atenção para os problemas que os meios causam. Sim, disposição pessoal é absolutamente essencial, inclusive como exemplo para crianças e adolescentes.
  20. [1] Que os meios eletrônicos prejudicam a tríplice: sentir - querer - pensar. [2] O quanto a conversa dos adultos com as crianças como igual causa este tipo de problema (dependência). [3] Com o senhor consegue trabalhar com a eletrônica/computação sabendo dos efeitos colaterais nas pessoas? Ou como podemos minimizar estes dois "lados". RESP.: Jamais adultos deveriam conversar com crianças de igual para igual. Não adiante explicar conscientemente, o exemplo e imagens são as maneiras adequadas.
  21. [1] Orai e vigiai, várias x. [2] Como lidar com o futuro. [3] Obrigado. RESP.: A oração sempre foi uma forma de concentração mental, cujo desenvolvimento é essencial hoje em dia para contrabalançar o efeito "distrativo" dos meios eletrônicos. Veja as avaliações de minha palestra sobre o assunto (estou à disposição para dá-la em qualquer ambiente, para pelo menos 10 pessoas):
    www.ime.usp.br/~vwsetzer/pals/concentr-medit-avaliacoes.html
  22. [1] Aprendi sobre o grau de dependência que os eletrônicos causam e impactam na vida. [2] Dúvida sobre a questão do autismo. Como pode a mídia influenciar. [3] Excelente palestra, agradeço a oportunidade de aprendizado. Eu identifiquei dependência na minha família e em mim mesma, mesmo sendo contrária a essas mídias. RESP.: Eu encontrei apenas um artigo científico ligando autismo a ver TV (veja em meu artigo "Efeitos negativos dos meios eletrônicos em crianças e adolescentes", em meu site). Há vários artigos sobre autistas usarem os aparelhos. Parece-me óbvio que os aparelhos aumentam a chance de dewenvolver autismo, pois isolam socialmente os usuários e também do mundo exterior. Muitos autistas têm inteligência lógica acentuada; os meios eletrônicos desenvolvem esse tipo de inteligência (com prejuízo das outras, como a inteligência social, a inteligência intrapessoal etc.).
  23. [1] As consequências sobre o uso desses meios, e também as sugestões do que fazer sobre evitar exposição da criança e adolescente. [2] Sobre o que será da geração, é realmente algo a ser pensado, observado e estudado. [3] Foi muito esclarecedor, e tirou muitas dúvidas sobe o porquê não utilizar/ou ceder às crianças e adolescentes.

9. 11/5/18 19h00, para pais e professores do Jardim Waldorf Flauta Mágica, Embaré, Santos, SP, (13) 3233-3814; info: Hildebrando Ribeiro hribeiro2000.at.arr.oba gmail.com (poucos preencheram a avaliação)

  1. [1] Que estou viciada em internet no celular o que pode estar intimamente relacionado a meu estado depressivo e falta de foco no trabalho. [2] Como vou manter minha vida social sem usar What's Up?! [3] Foi a melhor palestra de minha vida! Uma fonte de inspiração! RESP.: Como você mantinha sua vida social antes do what's app? Quem sabe esforçando-se para manter contatos pessoais e não virtuais resolva a questão. Marque encontros pelo telefone ou por e-mail usando apenas em horários pré-determinados; deixe de consultar os aparelhos a qualquer instante para ver se chegou alguma mensagem ou coisa interessante - e nem mesmo abra o que não for essencial.
  2. [1] Que a TV é a porta para outros vícios. [2] Como cuidar desses indivíduos que usam os meios eletrônicos. RESP.: É preciso conscientizá-los dos perigos que os meios representam. É isso que tento fazer em minhas palestras. O resto depende da consciência e da força de vontade de cada um que, aliás, são altamente prejudicadas pelo uso deles!
  3. [1] Aprendi várias coisas importantes, mas o que chamou muito a atenção foram os dados que demonstram a dependência da criança, adolescente e adulto da internet. [2] Não sei dizer qual a maior dúvida que ficou mas fiquei muito curiosa e interessada em saber com o Sr. iniciou nessa pesquisa sobre os impactos dos meios eletrônicos nos seres humanos e sociedade. Vou pesquisar seu site. [3] Muito importante sua pesquisa e palestra. Gostei muito. Peço desculpas por ter que ir embora... RESP.: A motivação veio do estudo da Antroposofia, que comecei aos 21 anos, e verificar como os meios eletrônicos (por meio do conhecimento de seu funcionamento e do impacto em seus usuários) prejudicam justamente o que a humanidade deveria estar mais desenvolvendo: o livre arbítrio e o amor altruísta.
  4. [1] O mecanismo de funcionamento da TV e computador, que debilitam de forma definitiva o desenvolvimento das crianças, as incapacitando cognitivamente, animicamente e socialmente para a vida futura. [2] Quanto ao futuro. A forma de ser/manter-se equilibrada em um mundo cada vez mais tecnológico. [3] Gratidão pelo conhecimento compartilhado. RESP.: É necessário conhecer bem o funcionamento dos aparelhos e como eles influenciam seus usuários, e usá-los apenas para o que é necessário e benéfico.
  5. [1] Não usar o celular/internet ao volante jamais! Nem mesmo nos semáforos. A total falta de necessidade de responder a mensagens imediatamente. RESP.: Essa ânsia de responder imediatamente (o que em quase sempre não é uma necessidade) é uma amostra de como esses meios agarram os usuários e viiciam. Deixar de enviar respostas imediatamente é uma das autoeducações que pode ser feita para se começar a usar os aparelhos apenas para o que é útil e benéfico.
  6. [1] A Internet e a TV são altamente prejudiciais ao ser humano, principalmente para crianças e adolescentes. [2] Como reverter com adolescentes que já estão muito envolvidos com essas tecnologias. (Video Game). [3] Parabéns pela palestra. Obs.: Excelente ideia a do contrato. (Gostaria de um modelo). RESP.: Elimine os vídeo games dos aparelhos! Proíba o uso dos aparelhos no dormitório, crianças a adolescentes não conseguem controlar-se. Para um modelo de contrato, veja o livro de Gregory Smith, Como proteger seus filhos na Internet e minha resenha sobre ele.
  7. [1] Dessensibilizaçao social dos jogos e filmes violentos, quão viciados estamos com os celulares... E o mais importante que foi retirar meu ceticismo de ser engenheiro da filosofia Waldorf. [2] Como preparar meu filho para os "ninhos" ou bloqueá-lo desse meio dos mundos eletrônicos. [3] Fiquei impressionado com o conhecimento e entusiasmo do palestrante. Um exemplo de como agregar valor ao "Bach Groups" [?] pré uso [?] de engenheiro. RESP.: Como eu disse, é absolutamente essencial criar-se para os filhos crianças e adolescentes um ninho cada vez mais protetor, pois a sociedade está cada vez mais agressiva e passando influências negativas. Não se deve ter medo de isolar os filhos; o contato deles com essas influências é muito pior. Como recomendei, pais com a mesma visão de mundo deveriam juntar-se e promover encontros sociais entre os filhos, sabendo que em outra casa eles não ficarão sujeitos, por exemplo, aos meios eletrônicos.
  8. [1] Conteúdo muito rico. [2] Apresentação extremamente longa. Principalmente para pais com filhos na educação infantil. Queríamos ficar até o fim mas não foi possível. RESP.: Sim, a apresentação foi longa pois tenho muita coisa a transmitir, e conto várias coisas colaterais no meio para não tornar a palestra monótona.

8. 10/5/18, para pais, professores e público em geral no Colégio Stella Maris, Santos, SP; info: profa. Angelica Rodrigues marodriguesdesousa.at.arroba gmail.com

(Infelizmente houve muito poucos participantes e não foi dada a palestra formal, com apresentação de slides; foi mais um bate-papo.)

  1. [1] O vício, o perigo. [2] Como dosar? [3] Gostei muito dos inputs da palestra. Herzlichen Dank! RESP.: Com crianças, não se trata de dosar, e sim de não dar a elas acesso aos meios eletrônicos, começando pela TV, e manter isso pelo maior tempo possível. Quanto mais tarde os adolescente usarem os aparelhos, melhor. No caso de celulares e computador, não se deve dar as senhas. Com adolescentes o problema é muito grave; se der para impedir, melhor; se não der, deve-se procurar ficar junto deles ao usarem os aparelhos; se não der, deve-se restringir o uso, especialmente em casa, e fazer um contrato do que pode ou não pode ser feito com eles, como indiquei e como sugere Gregory Smith em seu livro "Como proteger seus filhos na Internet". Infelizmente é dificílimo dosar; permitindo-se o uso dos aparelhos, crianças a adolescentes vão usá-los em demasia e para coisas impróprias, prejudicando o desenvolvimento sadio e harmônico.
  2. [1] Que devemos dosar o uso da Internet. [2] Devemos simplesmente proibir? Como ? A escola convidou para a palestra, mas ela permite e pior estimula o uso da Internet, uma vez que mandam os alunos usarem para determinadas matérias, permitindo o uso de celular, algumas vezes. Até o 5º ano não fazia falta. E particularmente para mim até o hoje não faz. [3] Eu gostei da palestra, acho que sempre devemos estar abertos para opiniões diferentes. RESP.: No caso de crianças, não se trata de proibir, e sim de não dar acesso aos aparelhos - que obviamente não devem ser usados pelos pais na frente dos filhos, se isso for possível (às vezes, por motivos profissionais, isso é impossível no caso dos computadores). Escolas não devem incentivar ou requerer o uso da Internet pois como mostrei, ela é extremamente viciante, é perigosa e dá liberdade exagerada, além de muitos outros efeitos negativos que citei, como a perda de concentração, a dessensibilização social, a depressão etc. Pense-se: como antigamente o ensino podia ser interessante sem os meios digitais? Eles não são necessários, mas podem ser usados apenas para ilustração em sala de aula, a partir da 8ª série e por brevíssimos períodos, como sugeri.
  3. [1] Adiar o + tempo possível o contato com as tecnologias e acompanhar mais de perto o uso pelos filhos. [2] Os resultados futuros [?] da geração atual em uso precoce das tecnologias nos espaços institucionalizados. [3] Sugestões. Ampliar os debates às famílias, trazendo novas alternativas de uso consciente e adequado das tecnologias dentro dos lares e nas escolas. RESP.: Como citei na palestra, a geração do milênio (nascida depois do ano 2.000, e que cresceu com smartphones e tablets, ainda não se tornou adulta, de modo que não sabemos como ela vai se comportar na idade adulta. Minhas previsões são as piores possíveis, incluindo falta de sensibilidade social, agressividade, falta de capacidade de se concentrar etc. Estou à disposição para dar mais palestras, mas um dos problemas é que em geral poucos pais participam, e os que comparecem já tinham as preocupações; a palestra lhes dá argumentos.
  4. [1] Aprendi que é sempre importante "parar" e "rever" conceitos. [2] Minha maior dúvida é como conseguir tirar o filho do excesso de tecnologia. [3] Gostei muito da palestra pois me fez pensar "mais uma vez" no poder da mídia e da massa em nossas vidas e nossas atitudes. RESP.: Deveria ter sido prevenção, isto é, não deixar crianças e adolescentes usarem os aparelhos, ou pelo menos adiar o início de seu uso o máximo possível. Mas a cura é possível no caso de crianças: é só não permitir o uso dos aparelhos, nem mesmo um pouco. No caso de adolescentes, a situação é muito difícil, veja a avaliação (1) acima. A educação sempre foi radical: o que é prejudicial para crianças e adolescentes eles devem usar e ponto final. É preciso reconhecer os males que os meios eletrônicos produzem e evita-los na medida do possível. Crianças e adolescentes não têm maturidade para usá-los apenas no que são positivos.
  5. [1] Aprendi o quanto a Internet é perigosa e os riscos que tanto nos preocupa. Que devemos tomar todo cuidado se quisermos educar verdadeiramente os nossos filhos. Sou professora e percebo o quanto tais vícios têm prejudicado as crianças.

7. 24/3/18 para pais e professores da Escola Waldorf Municipal Araucária, Bom Jardim, Camanducaia, MG; info: Prof. Karin Sanches Vieira karinsvieira.at.arroba uol.com.br

  • [1] Aprendi que o celular faz muito mal ao desenvolvimento da criança e adolescente, eu propriamente achava que era normal, mas não é. [2] Usar ou não usar. [3] Ótima palestra, muito proveitosa.
  • [1] Mudar a maneira de viver em família. [2] O que fazer para viver no mundo de tecnologia sem a mesma. Como usar de maneira saudável o meio de comunicação. RESP.: Restringir ao máximo o uso dos meios eletrônicos, somente para coisas realmente essenciais. Reconhecer o uso inútil ou prejudicial, e evitá-lo.
  • [1] Que o celular é mal da humanidade, está acumulando muitos problemas, inclusive dependência, chegando até no suicídio. [2] Não ficou uma dúvida, deveria ter mais tempo para aprender mais e como resolver ou tentar resolver. [3] Essa palestra deveria ser ministrada para toda a sociedade, já é um problema sério social. Obrigada pela palestra, Deus o abençoe. RESP.: Estou à disposição para dar palestras, é só convidar.
  • [1] Aprendi que o professor que passa atividades para alunos usarem o computador, está cometendo um crime. [2] Como fazer para mudar essa realidade? [3] Precisamos de ferramenta para trabalhar diferente. RESP.: Essa realidade pode ser mudada. Por exemplo, não há problema em proibir o uso dos meios eletrônicos por crianças. Já com adolescentes a situação é séria, por isso recomendo que se adie o máximo possível o uso dos aparelhos.
  • [1] Que concordo em não dar celulares ou qualquer outro meio de comunicação que venha a prejudicar a minha família, principalmente crianças. [3] Ótima palestra (parabéns professor!).
  • [1] Que a tecnologia trouxe mais malefícios do que benefícios em nossas vidas. [2] Como trabalhar de forma diferente com os poucos recursos que temos e com tantas cobranças que recebemos. [3] Gostei muito da palestra, e me identifiquei com fatores citados que fazem parte de nossa rotina. RESP.: A tecnologia trouxe mais malefícios do que benefícios porque está sendo mal usada. Veja meu artigo, escrito quando a internet ainda não tinha atingido as proporções e os malefícios atuais:
    www.ime.usp.br/~vwsetzer/missao-tecnol.html
  • [1] O mal que a tecnologia pode trazer. [2] Como resolver esse problema nos tempos atuais, já que utilizamos a internet para tudo. [3] A palestra foi proveitosa. RESP.: Usar a internet somente para coisas realmente úteis e essenciais.
  • [1] Aprendi que não se deve ter TV na sala. [2] Como fazer para tirar o computador ou os eletrônicos das crianças. [3] Foi uma palestra esclarecedora pois os meios de comunicação são uma grande preocupação para os professores. RESP.: Com crianças, é só tirar! Vai haver choradeira, mas depois de alguns dias ela passa. Teria sido muito mais fácil não ter dado o acesso dos meios eletrônicos para as crianças, pois isso não é necessário. Lembre-se do que eu falei na palestra: a TV é a porta aberta para todos os outros meios eletrônicos. É muito importante os pais não deram o exemplo de uso dos aparelhos na frente das crianças, pois elas vão quere imitar.
  • [1] Que hoje em dia o mundo está praticamente voltado para as redes sociais e brincadeiras não educativas na educação infantil. [2] Se nós temos a consciência do uso errado por que continuamos a fazer? [3] Hoje aprendi que muitas coisas que fazem parte da nossa vida às vezes tem conserto fundamental. RESP.: Os meios eletrônicos são feitos para atrair. Como eu disse, é preciso ter muito conhecimento, discernimento, autoconsciência e autocontrole para usar bem qualquer tecnologia, especialmente os meios eletrônicos (as crianças a adolescentes ainda não os têm!).
  • [1] Não existem desenhos educativos. [2] Como avançar com a tecnologia sem internet?
  • [1] Não deixar crianças usar celular e vídeo violentos. [2] Como ficar fora disso se tudo incentiva a internet. [3] Como o problema vem dos adultos. RESP.: Use a internet exclusivamente para o que é realmente útil e necessário.
  • [1] Ficar longe de celular e TV. [2] Não ficou dúvida. [3] Foi proveitosa.

6. 10/1/18, 2ª parte, no I Curso de Formação de Professoras de Jardim de Infância Waldorf, e para pais e professores da Escola Waldorf João Guimarães Rosa, City Ribeirão, Ribeirão Preto, SP, com ênfase na relação com a pedagogia Waldorf; info: Pureza Panico purezapanico atarro.ba gmail.com

  • [1] Aprendi a dimensionar um pouco melhor as consequências do uso indiscriminado dos meios eletrônicos-telas na possibilidade de os jovens/crianças se tornarem seres humanos. [3] Valorizo seu ideal e preocupação em nos trazer a mensagem para despertarmos para esse perigo insidioso e oculto aos olhos acomodados. Agradeço imensamente pelo trabalho de ideal e altruísmo!
  • [1] Ficou muito claro o mal que o excesso de tecnologia na vida de crianças e adolescentes faz. Entendi e concordo que é um vício que deve ser evitado. [2] Minha maior dúvida, e que acho que deve ser mais abordado, ou melhor, se fosse mais abordado na palestra ajudaria muito é como preencher o tempo dessas crianças e adolescentes. Os pais hoje em dia trabalham fora a maior parte do tempo, existe muito filho único (o meu é um). Nós compramos gibi, material para desenhos, e sempre que possível levamos amiguinhos em casa para brincar, mas SEMPRE sobre tempo para o tablete. Eu pra lavar louça, recolher cocô dos cachorros, distribuir papel higiênico nos banheiros da casa... Mas às vezes (e muitas vezes) não tem como evitar o tablete ou a TV; ele é filho único e neto único dos dois lados (meu e do meu esposo) e não moramos em condomínio. [3] Quando vamos para a casa de meus pais ou dos meus sogros que é uma cidade pequena, fica um pouco mais fácil, pois ele pode passear nas ruas sozinho, a pé ou de bicicleta. RESP.: Esse é um caso típico de pais conscientizando-se muito tarde dos problemas causados pelos meios eletrônicos. O garoto não devia ter tido acesso aos meios em casa (começando com a TV!), de modo que não haveria agora o enorme problema de substituí-los. Recomendo que eles sejam eliminados da vida da criança (na adolescência isso será dificílimo), mas para isso é preciso substituí-los por outras atividades. Seria importante achar outros pais com a mesma preocupação e os filhos se visitarem, brincando sem os meios eletrônicos. Talvez ajuntando pais suficientes, seja possível contratar alguém para organizar brincadeiras, desde que sejam sadias, como as de antigamente. (Cuidado com os cuidadores moderninhos de crianças!)
  • [1] O ser humano tem capacidade de captar, espelhar ideias do plano espiritual. Pelo pouco que entendo, há muita informação (podemos dizer assim??) que podemos acessar. Me faz lembrar da Internet. Para usá-la, precisamos ter consciência, para que seu uso seja adequado. Não seria esse um grande desafio para todos nós? Talvez, se conseguirmos vencê-lo, demos algum bom passo? As imagens impedem que desenvolvamos o "sexto sentido" como o senso comum conhece. O "isso não me cheira bem", "isso não soa bem", etc. não é mesmo? Além disso, não temos na experiência virtual as possibilidades de reações humanas que, num relacionamento vão de 8 a 80! Gratidão! RESP.: As imagens mostradas em telas e em movimento impedem que se formem imagens próprias, interiores, pois nas telas elas se sucedem muito rapidamente. De fato, os meios eletrônicos prejudicam o pensar intuitivo.
  • [3] Uma das consequências mais nocivas, e que mostra a atuação das forças contrárias ao bem, é a indução ao suicídio que alguns "jogos" estão possibilitando. RESP.: Alguns dele estão induzindo o suicídio, e as crianças não têm possibilidade de julgar o que estão sendo induzidas a fazer. Fora isso, todos os meios eletrônicos produzem depressão.
  • [1] O tanto que a TV leva a gente a usar outros meios eletrônicos e o quanto essas mídias têm atrapalhado no pensar, sentir e querer da humanidade. A massa está cada vez mais robotizada enquanto deveríamos procurar sermos almas humanas. [3] Amei todas as suas palestras. Você é muito inteligente e tem facilidade de passar o conteúdo de forma informativa e envolvente. Fiquei chocada com os casos relatados pelos colegas devido ao uso dos jogos. RESP: Três das presentes relataram jovens da família que estavam presos 24 horas por dia aos jogos eletrônicos, comendo no quarto e recusando-se a sair. Foi relatada a ameaça de matar os pais ou se suicidar se os jogos fossem retirados ou o jovem fosse internado. Esse é o 5º. caso que me foi relatado. Durante esses três relatos, havia umas 30 pessoas na sala, portanto 10% conheciam pessoalmente esse trágico problema. A amostra total é pequena, mas o número impressiona. Esses jovens precisam de tratamento psiquiátrico, talvez começando em seu próprio quarto. É absolutamente fundamental que não se deixe as coisas chegarem a esses pontos relatados. Qualquer amostra de pequena dependência, seja da TV (quem a vê todos os dias é dependente dela!), da internet ou de vídeo games, deveria levar imediatamente a se tomar medidas para corrigir o problema.
  • [1] O que mais aprendi, foi ter um cuidado mais criterioso quanto à educação das crianças. Estou tendo contato agora com a pedagogia Waldorf e estou adorando, estou fascinada com todos os detalhes na educação das crianças. Sou aluna do curso de pedagogia pela faculdade Claretiana e com certeza farei a diferença incluindo a pedagogia Waldorf quando eu estiver atuando e trabalhando com crianças. Agradeço muito. RESP.: Fale com seus professores para me convidarem a dar palestras!
  • [1] Os efeitos deletérios dos meios eletrônicos para o desenvolvimento da criança e para a formação do indivíduo. [3] Eterna gratidão pelos conhecimentos compartilhados conosco.
  • [1] Sobra a agressividade que traz. [2] Como podemos fazer para ajudar esses jovens e crianças, quais atitudes devemos tomar? Como podemos ponderar perante o dia a dia, no qual os pais trabalham e muitas vezes os filhos ficam com outras pessoas, e também pelos pais trabalharem com meios eletrônicos? A Televisão traz o mesmo risco que o computador? RESP.: Os aparelhos eletrônicos não devem ser dados para as crianças, para que elas não se acostumem a usá-los. Os pais não devem usá-los perto das crianças, pois elas quererão imitá-los. Veja resposta acima sobre pais se juntarem para que suas crianças fiquem brincando sem os aparelhos. A TV traz riscos em parte iguais, e parte diferentes dos computadores. A TV atinge principalmente os sentimentos, como mostrei na palestra, e abafa o pensamento, impedindo a criação interior de imagens. O computador atinge principalmente os pensamentos, forçando-os a serem lógicos, algorítmicos, e abafa os sentimentos. Os vídeo games são muito piores do que a TV pois atingem a vontade, mecanizando-a e a automatizando, o que prejudica o desenvolvimento da liberdade e da individualidade. Além disso, o perigo de descambar para os jogos violentos é muito grande, pois são os mais jogados, o que vai prejudicar a sensibilidade social e aumentar a agressividade. É isso, tudo isso que se quer para as crianças?
  • [1] O perigo de passar de uma dependência para outra. [2] Como convencer uma criança de 10 anos a se libertar do celular se toooodos! na sua escola usam em excesso. Inclusive convites de aniversário são enviados por mensagens. Como fazer a criança se sentir incluída ao meio? RESP.: Em minha opinião o problema psico-social de não ter algo que os outros têm é quase zero perto dos problemas provocados pelo aparelho quando a criança o tem. Quanto aos convites, eles deveriam ser enviados aos pais e não às crianças.
  • [1] Sobre estar muito atenta sobre a questão da importância da proteção às crianças sobre os perigos que as telas representam.
  • [1] Como os meios eletrônicos atuam no pensar, no sentir e no querer. Como o cérebro fica sem atividade vendo TV. Chocante! Como é realmente perigoso o uso de eletrônicos em exagero e fora de hora. [2] Não tenho dúvidas. [3] Muito esclarecedor e mostra dados que realmente nos provam o perigo dos eletrônicos. RESP.: Infelizmente tenho que corrigir algo de sua avaliação: o uso dos meios eletrônicos é perigoso mesmo se pouco usados e em qualquer hora.
  • [1] A atuação dos meios eletrônicos em crianças e suas implicações. [2] Como conscientizar pais sobre os riscos dos eletrônicos em uma sociedade cada vez mais mecanizada. RESP.: Diga para eles lerem meus artigos em meu site, ouvirem as entrevistas, e assistirem minhas palestras! Oraganize essas últimas você mesma!

5. 9/1/18, 1ª parte, no I Curso de Formação de Professoras de Jardim de Infância Waldorf, e para pais e professores da Escola Waldorf João Guimarães Rosa, City Ribeirão, Ribeirão Preto, SP, com ênfase na relação com a pedagogia Waldorf; info: Pureza Panico purezapanico atarro.ba gmail.com

  • [1] Que eu sou dependente eletrônica! [2] Não tenho! [3] Eu tenho percebido o quanto a minha vontade é fraca e muitas vezes faço de conta que está tudo bem e assim perco o que poderia ser bem feito por mim de forma consciente. RESP.: Você pode mudar! Depende de sua autoeducação.
  • [1] Na realidade, para mim foi uma reafirmação sobre o uso de eletrônicos para crianças. [2] Não fiquei com dúvidas.
  • [1] Já sabia do mal da internet, mas escutar os números sobre o aumento da violência me assustou. Tive uma infância ótima e mesmo assim fico hoje muito tempo no celular. Preciso mudar hábitos e vou mudar. Perdemos muito tempo com coisas inúteis. [3] Mais uma vez agradeço pelas reflexões e por expor um tema tão importante com humor, objetividade e eficiência para mostrar os malefícios da internet. RESP.: Você é um caso que mostra que a educação não é suficiente para salvar os futuros adultos dos aparelhos. No ensino médio, dever-se-ia mostrar os perigos e incentivar os alunos a usarem os meios o mínimo possível, apenas para coisas úteis. Não se trata apenas de perder tempo: durante esse tempo, a pessoa está sendo prejudicada física e psicologicamente.
  • [3] Sobre a violência nos jogos eletrônicos, hoje existe um jogo chamado GTA, dois ladrões que saem aprontando na cidade, roubando carros... Este jogo está fazendo muito sucesso entre crianças e adolescentes. De tanto ouvir falar, meu filho de 10 anos, convenceu um primo de 25 anos a instalar no notebook do pai, um "pirata", pois o primo é engenheiro de computação e sabe. No primeiro dia que jogou ficou tão chocado com a violência que veio nos pedir desculpa pela insistência. RESP.: Excelente exemplo... Você contou-me ainda uma coisa estarrecedora: nesse jogo, o jogador é obrigado a identificar-se com os ladrões e não pode se identificar com a polícia. Provavelmente é um desses jogos vilentos, muito comuns, em que a violência não gera castigo.
  • [1] Dependência-prazer-excitação e relaxamento e as chances de seguir para outros vícios. [2] Com limitar, controlar para as crianças? [3] Gratidão. Relacionar o tema com a Antroposofia! RESP.: Fiz isso de maneira implícita, e na 2ª. parte diretamente com a pedagogia Waldorf. É importante saber que, devido à Antroposofia, eu já tinha grandes restrições a esses aparelhos bem antes de aparecerem pesquisas mostrando que eu tinha razão. Para mim era uma questão de conhecer os aparelhos por dentro, saber da influência deles nos usuários e, do ponto de vista educacional, a concepção antroposófica do desenvolvimento da criança e do jovem, para saber o que é adequado a cada idade.
  • [1] Que devemos fazer de tudo para mudarmos como adultos, digo precisamos nos autoeducar e se reeducar para sermos exemplos para nossas crianças. [2] O motivo "espiritual" por que tudo isso vem acontecendo. [3] Esperava ver o lado espiritual de tudo isso, digo quais forças estão atuando o que mais podemos fazer. RESP.: Tudo isso está acontecendo para que nós desenvolvamos cada vez mais a consciência, a autoconsciência e o autocontrole. Se isso não for feito, a humanidade está condenada.
  • [1] Que mudança em minha casa deve ser buscada com urgência. [2] Como eu vou enfrentar minha acomodação para mudar. [3] Muito importante sua palestra! Venho lendo "Sociedade Excitada" (Türcke) e "Frieza Burguesa e Educação" (Gruschka) que analisam a mídia e o vício. Abraços e obrigada.
  • [1] A criança não precisa de internet. [2] O que podemos fazer para melhorar esse impacto? [3] Foi uma das melhores palestras. RESP.: O que deve ser feito é o que eu recomendei: adiar o máximo possível o contato com os aparelhos, e os pais não os devem usar na frente das crianças; se as crianças já os usam, eles devem ser retirados (isso é possível com crianças, muito difícil com adolescentes) e para isso será necessário um enorme esforço para substituir seu uso por atividades sadias.
  • [1] Não há um meio termo. RESP.: Sim, esse é o caso com crianças. Elas não conseguem usar os meios eletrônicos com consciência e autocontrole.
  • [1] O uso de internet causa dependência, é perigoso e dessensibilização.
  • [1] A confirmação da nocividade do uso dos eletrônicos para todos nós. Os dados reais e atualizados e artigos que me ajudará a colocar minha vontade frente a esse problema que luto para não contaminar meus filhos. [2] Nenhuma. [3] Gratidão por compartilhar suas pesquisas e estudos, nos fortalecendo nas decisões tomadas frente a esse mal.
  • [1] Que o ser humano se adapta, se acostuma às coisas, sendo elas boas ou ruins. [2] Nenhuma até o momento. [3] Tema de grande importância para atentarmos à desumanização causada pelos meios eletrônicos. RESP.: Nesse caso, promova minhas palestras!
  • [1] Que os meios eletrônicos causam dependência, geram perigos e muitos problemas sociais. Crianças não devem ter liberdade total pois são ingênuas. Até os adultos são. Devemos ter cuidado com essa exposição excessiva. [2] Nenhuma. [3] Tema muito importante. Certo receio sobre os meios eletrônicos causarem o autismo pois isso pode prejudicar familiares responsáveis que são acusados de serem frios. (Caso antigo da mãe geladeira). Tenho um irmão autista e sou co-fundadora de uma ONG que trabalha com autistas. Sei que esses meios causam isolamento, demora na fala entre outras coisas porém tenho receio dessas pesquisas. RESP.: Cuidado, a exposição excessiva é péssima, mas qualquer exposição é ruim! Por exemplo, uma pequena exposição pode disparar o desejo por usar muito mais. Esses aparelhos são diabolicamente atrativos.
  • [1] Que preciso constantemente policiar-me pois percebi que muitas vezes me encaixo no caso de adultos inocentes, já que, apesar de pensar os meios eletrônicos muitas vezes danoso, saio desta palestra em alerta já que é ainda pior do que supunha. [3] Obrigada pela oportunidade de ser alertada e prevenida.
  • [1] O que aprendi de mais importante foram as comprovações científicas correlacionando a violência presente nos vídeo games e meios eletrônicos com a dessensibilização social. [2] A maior dúvida é qual seria uma solução para poder atuar de forma influente sobre a importância do tema. [3] A presença de comprovações científicas é uma ferramenta bastante eficaz de convencimento sobre a importância deste assunto, principalmente para pessoas que desconhecem a Antroposofia. RESP.: Em primeiro lugar, mudar as próprias atitudes. Usar os aparelhos exclusivamente para o que é verdadeiramente útil (isso exclui totalmente os vídeo games violentos). A partir da Antroposofia chega-se à conclusão de que esses aparelhos têm influências extremamente negativas em crianças, adolescentes e adultos. Eu não precisei de artigos científicos para chegar a essa conclusão. A primeira palestra que dei contra a TV foi em 1972, antes de conhecer artigos científicos que corroboraram minhas ideias.
  • [1] Da incrível expansão da internet como viciadora. [3] Acho que a questão do autismo está aumentando muito. RESP.: Conheço um artigo científico que mostrou uma correlação de ver TV em idade infantil e o aumento do risco de autismo. Mas a relação é óbvia: os meios eletrônicos isolam socialmente. Qualquer contato social nas redes sociais é virtual e não real.
  • [1] Aprendi que errei ao deixar meus filhos terem acesso à TV, vídeo games etc. E também o que posso fazer para recuperar: bom, belo e bonito. [2] Como fazer para que não tenham esse acesso no mundo de hoje e sem que haja prejuízo social. [3] Pela sua relevância para a melhoria da humanidade, palestras como estas deveriam estar (desculpe, talvez estejam) no youtube para acesso geral. RESP.: "Bom, belo e verdadeiro." Em minha impressão, qualquer prejuízo psicossocial por ser diferente dos amiguinhos é infinitamente menor do que os prejuízos causados pelos aparelhos.
  • [3] A palestra foi ótima, e só veio acrescentar o que acredito e prego em minhas reuniões e grupos. Tudo depende de uma postura determinada do adulto diante da criança. A questão é que os adultos não têm coragem de se colocar de dizer não, inseguros e o papel que lhes é atribuído, delegado. A única maneira que vejo é ainda a autoeducação do adulto. Sou terapeuta biográfica e percebo essa dificuldade. Um grande abraço e muito obrigada. RESP.: Não é só uma questão de falta de coragem e insegurança dos adultos frente às suas crianças e alunos: é também uma questão de comodismo.
  • [1] Que o caminho não é TV, internet, celular, jogos etc., além de tudo sempre dar o exemplo para as crianças, exemplo digno. [2] Nenhuma. [3] Gratidão por compartilhar conosco.
  • [1] Confesso que a primeira coisa que faço ao acordar é olhar mensagens e redes sociais. Aprendi que tenho que rever os valores em meu lar e buscar a mudança. [2] Enquanto educadora, como introduzir a filosofia Waldorf na prática docente de uma rede comum. Não imitar copiar, mas agir através de um novo olhar. [3] Obrigada por compartilhar sua experiência e vasto conhecimento. RESP.: Introduza atividades artísticas em toda a sua prática de ensino, bem como organize as aulas com ritmos de as crianças e adolescentes receberem algo depois fazer algo, pondo para fora. Fundamental é que o ensino deve ser menos intelectual do que está sendo dado normalmente. Finalmente, motivar e entusiasmar as crianças pela atividades do ensino.
  • [1] Foi tudo muito interessante, em especial a citação aos artigos científicos. [2] Gostaria que se falasse do uso de celulares e tablets pela crianças pequenas, mesmo sem internet. O fato de ficarem na tela desde muito pequenos. RESP.: Crianças não devem usar celulares e tablets. Elas não ficarão em coisas que podem parecer inocentes (mas que prejudicam enormemente o desenvolvimento).
  • [1] Relembrei, e voltei a me assustar, talvez até mais do que quando ouvi sua palestra deste tema pela primeira vez. [3] Encontramos dificuldade em mostrar aos avôs de nossa filha o grande perigo dos meios eletrônicos!! Isto tem exercido influência na nossa relação com eles. Gostaria de ouvi-lo sobre o uso dos meios no trabalho. Algumas atividades profissionais usam celular, computador etc. diariamente, por longo tempo! Gratidão! RESP.: Quanto aos avôs, se possível faça-os lerem meus artigos e ouvirem minhas entrevistas que estão em meu site. Colecione recortes de jornais e revistas relatando casos que mostram o efeito negativo dos meios. Se nada disso der certo, infelizmente terá que deixar que seu filho fique com eles sozinho. Quanto ao trabalho, é essencial fazer interrupções periódicas e parar o uso dos aparelhos, idealmente a cada 45 minutos. No intervalo, passear entre folhagens e plantas, exercitar concentração mental (por exemplo, decorando e falando interiormente poesias), conversar com outras pessoas etc. Fora do trabalho, é essencial praticar alguma atividade artística.
  • [1] A crescente mudança na consciência humana através da internet. [2] Será que a própria tecnologia não deixa as pessoas mais insensíveis indiferentes ao conteúdo? RESP.: O que a internet e os meios eletrônicos estão fazendo é diminuir a consciência. Ainda é pior do que a insensibilidade, eles deixam as pessoas mais indiferentes socialmente, e até com problemas de se relacionar.
  • [1] Que todos os meios eletrônicos diminuem a consciência e prejudicam a força de vontade. [2] Será que existiria uma maneira de se criar uma animação que pudesse surtir o mesmo, ou similar, efeito que contos de fadas e obras artísticas (madonas, por exemplo) produzem animicamente em nós? [3] A palestra pôde reforçar muito do que eu já entendia como verdade. RESP.: Não há maneira de usar animações com o mesmo efeito dos contos de fadas contados e a visualização calma e concentrada de grandes obras de arte. Eu disse na palestra que todos desenho animados ou histórias em quadrinhos são caricaturas da natureza. Além disso, uma pesquisa analisando todos os desenhos animados desde que surgiram na década de 1930 até a de 1970 mostrou que absolutamente todos tinham cenas de violência.
  • [1] Que existe vida fora da internet. [2] Será que conseguimos viver sem tecnologia? [3] É possível, com limites. RESP.: Não devemos viver sem tecnologia, pois ela nos liberta das forças físicas interiores e exteriores. Leia meu artigo "A missão da tecnologia", em meu site. O que devemos é usar a tecnologia para o bem, e não para o mal. Isso pode significar não usar certas tecnologias, como os vídeo games e filmes violentos.

4. 28/10/17, para pais professores da Escola Waldorf Bertha e Emil Molt, R. Rodrigues batista 127, Jardim da Glória, São Paulo, SP; info: Cynthia cynthianana73 atarroba gmail.com

  • [1] O tamanho do problema (extensão) do uso da internet/computadores/eletrônicos. Consequências (obesidade, depressão, angústia, raciocínio lento...). Formas de abordar a situação (rigidez, controle). [2] Como viver em uma sociedade em que a massa não se preocupa com isso? Se isolar na comunidade ou buscar mudanças (dar orientações) na sociedade? [3] Ótima palestra, pouca esperança de que a situação vai melhorar. RESP: Acho que é preciso criar comunidades onde as pessoas adotem outro modo de vida. Como sugeri, os pais da escola poderiam formar comunidades onde as crianças poderiam visitar amiguinhos sem o perigo de ficarem expostas aos meios eletrônicos.
  • [1] O poder de controle e influência das TELAS na consciência das pessoas. [2] Como desintoxicar? [3] Eu não tenho TV em casa, há mais de um ano, não aguento assistir TV em nenhum local pela forma como bombardeiam o espectador com propagandas. Eu sou viciado em youtube, pois em certa forma eu consigo controlar o que eu assisto. A minha observação é que eu me tornei mais crítico com tudo a ver com marketing/propaganda. Assim como eu, várias pessoas fogem da TV e vão para a Internet, pois não aguentam ser expostas, querem controlar o que assistem. Já há várias formas de introduzir o marketing na Internet, e como são mais diretas, acabam com aquele disfarce/subjetividade. Prefiro um anúncio direto de um produto. Para exemplificar, eu gosto de marcenaria, assisto vídeos do woodworking, e os produtores de máquinas e ferramentas sempre patrocinam esses vídeos. É direto, muito mais aceitável para mim. RESP: Se a dependência não é grave, no adulto por autoeducação, e nas crianças não dar acesso aos meios, talvez retirando-os aos poucos; provavelmente dará bastante trabalho para ir substituindo por atividades sadias. Se a dependência é grava, com sintomas de siindrome de abstinência ao se retirar os aparelhos, é necessário terapia psiquiátrica. Esqueci de mencionar na palestra que todos os vícios têm algo em comum: soltam no cérebro substâncias que dão prazer e com isso há um grande perigo de o jovem ou o adulto passar do vício de jogar video games ou de Internet para outros como álcool, drogas etc.
  • [1] O autoconhecimento e a importância da observação/correto entendimento e aplicação na vida em geral (adultos e crianças). [2] O desafio de ajudar nossos filhos da melhor forma possível. [3] Foi um incentivo à prática de fraternidade.
  • [1] Que é importante ser radical, que os malefícios superam todos os possíveis danos psicológicos causados pela ausência de contato com os meios eletrônicos. [2] Ficaram dúvidas procedimentais em relação ao que fazer em cada caso bem específico, no sentido de transformar conscientemente as realidades ao nosso redor. [3] Gratidão enorme por trazer a luz para um tema tão necessário. RESP: Cada caso é um outro caso; é necessário desenvolver o melhor meio para evitar os meios eletrônicos com crianças e adolescentes.
  • [1] Que a "minha" sensação de ser atropelada pela comunicação virtual não é só minha! Assim como a diminuição de concentração profunda ao trabalhar com Internet e Whatsapp. [3] Essas minhas questões, até então consideradas pessoais, colocadas como uma "questão social" que atinge muitos me inspira a continuar tentando controlar esses meios e a atentar a isso no desenvolvimento de meus filhos. Muito grata pela palestra!
  • [1] Conseguimos perceber a dimensão que os meios eletrônicos, televisão e os celulares podem ser drasticamente perigosos, para o desenvolvimento saudável de uma criança, adolescente. E como o adulto precisa desenvolver uma autoconsciência, de equilíbrio dos meios, desses aparelhos. Pois como pais somos exemplos, e é desde pequeno que eles nos imitam e quanto nossos exemplos e atitudes reverberam neles. [2] A maior dúvida que ficou, foi em relação a filtrar o tempo e o conteúdo que uma criança possa assistir, a determinado conteúdo, que o pai ou a mãe acreditem ser idôneo. Essa é a minha maior dúvida. Proibir totalmente ou filtrar determinados conteúdos o quanto estamos protegendo e o quanto estamos pondo numa redoma, fora do mundo real, da realidade. RESP: O mundo está cada vez mais agressivo, e com os meios eletrônicos essa agressividade penetrou os lares. Essa é uma das tristes realidades, de modo que é preciso criar um ninho amoroso e cada vez mais protetor para as crianças. Quando elas estiverem maduras, poderão aos poucos enfrentar essas misérias.
  • [1] Os perigos do acesso a meios eletrônicos sem controles e fora de uma idade que permita tal entendimento ou mesmo de uma idade que permita o uso construtivo [?], que permita uma utilização consciente dos riscos e benefícios. [2] Como e quando colocar em questionamento a utilização de algumas ferramentas para benefício de questões humanas, que tragam uma melhoria para a humanidade. [3] Agradecimento por uma visão, muitas vezes não alcançada. RESP: Não há nada 100% bom ou mau neste mundo. É preciso conhecer os benefícios e os malefícios, e colocar cada tecnologia em seu devido lugar.
  • [1] Aprendi que devo continuar os meus esforços de banir meios eletrônicos de meu dia a dia e que essas estatísticas todas são muito alarmantes. [2] Não ficou nenhuma dúvida. [3] Gratidão imensa por ter nos dado essa palestra. Venho de uma iniciativa de São Carlos, SP, que tem muitas pessoas interessadas neste assunto. Seria fantástico se pudesse levar esses conhecimentos para lá.
  • [1] Com educação não existe meio termo, ou seja, desestimular totalmente o uso da Internet para adolescentes, que ainda estão em desenvolvimento. A atuação negativa: TV no sentir, computador no pensar, jogos no querer, destruindo a alma humana. [2] Não é nenhuma dúvida, mas a reflexão de como superar, por um lado, o próprio vício do adulto com a autoeducação e, por outro lado, desenvolver maior interesse e compaixão (fraternidade) pelo próximo. [3] Eu adorei, obrigada!! RESP: Eu dei indicações de como desenvolver os pontos da dúvida.
  • [2] Se a fraternidade é um desafio das próximas décadas, como torná-la uma realidade sem antes rediscutir o sistema capitalista e todas as suas consequências? As "muletas" do afeto aos filhos tais como a TV ou os aparelhos eletrônicos dados quando os pais não têm a disposição para acalentarem os filhos são utilizadas muitas vezes quando os pais têm que vender seu tempo (vida) em troca de dinheiro, principalmente em uma sociedade com tanta desigualdade. Como então dar a atenção devida aos filhos ao invés das "muletas", se os pais têm que obter dinheiro para, por exemplo, pagar uma mensalidade cara (em comparação com outras escolas não-Waldorf)? RESP: Um dos grandes males do sistema capitalista é que ele é essencialmente baseado no egoísmo e no incentivo à ambição, que vão frontalmente contra a fraternidade, a solidariedade. Isso só vai mudar se houver educação e autoeducação para a cooperação, e não para a competição, e para sensibilidade e não para a insensibilidade sociais. É também preciso desenvolver coragem para enfrentar os males e ter confiança de que pelo menos localmente (no lar, numa comunidade de vida ou de trabalho) pode-se adotar outras atitudes mais saudáveis.
  • [1] Com a palestra aprendi os fundamentos básicos dos efeitos dos eletrônicos, o que ficará mais forte para mudar algumas condutas. [2] O que fazer com os adolescentes? [3] Parabéns, foi valiosa contribuição. RESP: Os adolescentes são um grande problema. Como eu disse na palestra, uma coisa que pode ser feita é ficar lendo e discutindo casos extremos. Outra possibilidade, triste, é deixar cair fundo (por exemplo, ir mal na escola, não fazer os deveres), e aí mostrar que o jovem sozinho não consegue se controlar.
  • [1] Aprendi que posso multiplicar os conhecimentos tão valiosos para mães de bebês e de crianças pequenas, assim como ainda posso agir como minha filha de 11 anos. [3] Gratidão por compartilhar seu conhecimento de forma tão generosa e fraterna.
  • [1] Difícil, pois tudo foi muito importante. Mas acredito que o fundamental foi a necessidade de ser radical e proibir o uso de meios eletrônicos para crianças. [2] Tudo foi muito bem explicado e não deixou dúvidas quanto ao perigo desses meios eletrônicos. A maior dúvida, creio que seja em um âmbito maior, a nível mundial, comoimpedir que esses crimes continuem acontecendo. Mas, no âmbito de casa, pelo menos é possível controlar. [3] Eu me livrei da TV da minha casa nesta semana, e esta palestra veio de maneira fantástica mostrar que agi bem, mas que esse foi apenas o meu primeiro passo.
  • [1] Que devemos interditar o uso de eletrônicos para crianças e adolescentes. [2] Dúvida é como implementar a proposta em casa, na sociedade moderna. Como lidar com a família que considera a TV sagrada? [3] Obrigada pela presença e pela palestra tão esclarecedora. É realmente muito preocupante. Agradeço mesmo este presente à nossa escola! RESP: O casal deve estar de acordo quanto aos malefícios dos meios eletrônicos, caso contrário um dos dois vai ter que se sacrificar - por exemplo, aguentar o sofrimento de ver os filhos usando os meios eletrônicos. Quando um dos membros do casal não reconhece os malefícios desses meios, tentar esclarecer por meio de leituras, preferivelmente conjuntas. Podem começar pelos meus artigos e entrevistas em meu site.
  • [1] Respeitar a idade das crianças. Reforçou o quanto os meios eletrônicos são prejudiciais à saúde, não importa a idade. [3] Excelente palestra que nos faz pensar todo dia como evitarmos os excessos e conviver com os meio externo que nos influencia.

3. 16/9/17, palestra informal (sem apresentação em ppt), com o título "O que os meios eletrônicos estão fazendo com as crianças? Que atitudes tomar?" para pais do Jardim de Infância Waldorf Maria Eugênia, R. Ossian Terceiro Teles 95, Jd. Prudência, São Paulo; info: Maria Eugenia Ponce jdmariaeugenia arroba+at gmail.com

  • [1] Vício provoca a produção de dopamina isto e isso produz um risco de passar de um vício para outro. Maior problema da TV é induzir o estado de sonolência e desatenção. Uma pessoa deitada sem dormir gasta mais energia que uma pessoa assistindo TV. [2] Como conseguir praticar tudo estando dentro de uma família que pensa diferente, inclusive enteado que foi criado de forma totalmente diferente, esta com celular 100% do tempo e por ser irmão interfere diretamente nas coisas que meu filho imita. Hoje com 2 anos ainda não afeta muito porque não deixo ele usar mas meu receio é que ele venha a imitá-lo mais tarde. RESP: Você tem que proteger seu filho de 2 anos. Talvez a única maneira seja proibir que o enteado faça com ele algo com que você não concorda.
  • [1] Percebi o quanto os meios eletrônicos influenciam na concentração e principalmente no sentir da criança. [2] Como equilibrar as influências externas de forma a não excluir totalmente a criança do convívio com outras crianças (as que estão expostas à tecnologia). [3] Fui muito exposta à televisão e percebo o quanto isso me prejudica hoje. Não consigo terminar um texto, ler um livro completo. Perco o interesse, compreensão e busco sempre novos assuntos, novos estímulos. RESP: Eu sugeri que os pais Waldorf formem comunidades para as crianças visitarem umas às outras sem o perigo de ficar usando os meios eletrônicos. Talvez não seja possível evitar totalmente, mas pelo menos diminuir a exposição.
  • [1] Já sabia que as telas faziam mal, mas agora vejo muito mais claro. E fico muito mais preocupada. [2] O que fazer com as coisas que hoje são por telas, por exemplos fotos e cartas. [3] Adorei a palestra, gostaria que toda minha família tivesse ouvido. Com certeza vou ler alguns de seus artigos. RESP: O uso dos meios eletrônicos deve ser feito por adultos com extrema cautela e apenas para coisas realmente úteis.
  • [1] A palestra de hoje sustentou melhor o que eu acreditava. Trouxe mais informação e tornou ainda mais forte a minha opinião e crença de que as crianças não devem ser expostas às telas. [2] Fico pensando o que é importante desenvolver nas crianças para que, quando for a época de utilizar as telas, elas não fiquem sujeitas à dependência e ao vício, ou seja, por que alguns adultos são muito mais viciáveis do que outros? [3] Adorei a palestra e agradeço pela oportunidade! RESP: Uma boa educação ajudará posteriormente as crianças, mas é preciso considerar que os meios eletrônicos são extremamente atraentes. Na puberdade, será importante falar bastante sobre os prejuízos que eles causam e citar exemplos de exageros que são noticiados, mostrando os perigos de qualquer um cair neles.
  • [1] A importância e o impacto do uso e exemplo a ser dado aos seus filhos. [2] Como usar a tecnologia a favor da educação. [3] Sou pessoalmente favorável ao equilíbrio entre o "viver neste mundo" e os conceitos Waldorf de visão de mundo. RESP: Eu dei o exemplo de um bom uso: ilustrações com telas, como por exemplo da vida das baleias, mas em períodos muito curtos, de 3-4 minutos, seguidos de discussões sobre o que foi visto. Mas isso talvez só depois da 7ª série Waldorf.
  • [1] Aprendi que não podemos desanimar e continuar a remar contra a maré (haja o que houver). [2] Não ficou dúvida. [3] Observei que nós adultos precisamos nos policiar, pois nós somos o exemplo deles.
  • [1] Aprendi sobre os vícios e os predadores. [2] Queria saber mais sobre as redes sociais. [3] Que a escola coloque a bibliografia citada durante a palestra. RESP: Os prejuízos causados pelas redes sociais ultrapassam enormemente os benefícios, como aliás se passa com os meios eletrônicos em geral. Use redes sociais apenas para o que é útil e essencial, por exemplo um grupo de sua família. Veja bibliografia na apresentação em ppt e no resumo.
  • [1] A tecnologia pensada para controlar sentimentos e a dessensibilização causada por jogos e filmes. [2] Como evitar ou restringir o acesso? Alternativa: mostrar algo mais belo e interessante e não apenas proibir. [3] Agradecida pela palestra. RESP: Como crianças é possível evitar totalmente o acesso, a não ser que ele seja feito com amiguinhos fora das vistas dos responsáveis. Você proíbe seu filho de brincar na rua? O importante é reconhecer o que é prejudicial e perigoso, e aí proibir. Em educação não há meio termo, não há equilíbrio quando algo é prejudicial.
  • [1] A importância de proteger a infância limitando o uso da tecnologia das mídias: TV, games, computador, pelas crianças e adolescentes para no futuro possibilitar um desenvolvimento da sua liberdade genuína. [2] A necessidade de compor comunidades que preservam a infância. [3] Excelente palestra!
  • [1] Que o uso dos eletrônicos não é necessário e traz muitas dificuldades para a humanidade e principalmente a infância. [2] Por que ainda as pessoas continuam criando e vendendo sabendo que faz mal? Pode ser por dinheiro, mas por que não fazem algo melhor? [3] Sei lá... Achei legal e interessante. RESP: Aquele uso não é necessário para crianças e adolescentes, se bem que estes últimos criaram uma dependência das redes sociais pois combinam encontros e outras coisas com os outros participantes. Citei o caso dos pais da Escola Waldorf Moara de Barasília: a filha de 13 anos usava o Whatsapp no celular da mãe.
  • [1] Os malefícios da Internet e o impacto no desenvolvimento infantil: influência no raciocínio, concentração e ausência de consciência. [2] Muitas dúvidas em como utilizar todas as informações, que foram muito relevantes e importantes. [3] Como fazer para tirar os eletrônicos é sem dúvida o mais desafio pois as crianças estão muito expostas em contato com outras famílias. RESP: Felizmente você pode dar a educação que quiser dentro de sua casa, desde que não maltrate as crianças...
  • [1] Mudar o grupo em que "andamos", para evitar o uso de telas. [2] Redes sociais. Como usar da melhor forma por nós adultos? [3] Mais palestras a respeito. RESP: Os adultos devem usar com extrema cautela e consciência. Quanto a palestras, é só me convidar.
  • [1] O reforço dos danos causados pelas tecnologias foi o mais importante. [2] A tecnologia é uma audiência para a solidão? RESP: As tecnologias digitais causam solidão, e daí vários problemas, como depressão.
  • [1] Não deixar a criança acessar TV ou Internet até depois da adolescência. [2] Como conseguir segurar as suas crianças para tirar esse acesso às redes sociais? [3] Palestra extremamente importante para os pais que se preocupam com seus filhos e com o mundo de amanhã. RESP: Veja respostas acima.
  • [1] Para evitar é preciso não "apresentar" o comportamento. [2] Como "bloquear" o comportamento dos outros para evitar a influência. RESP: Idem.
  • [1] Internet/televisão são totalmente desprezíveis para o desenvolvimento/criação das crianças. [2] No longo prazo o que serão dessas crianças que são expostas diariamente à Internet, televisão. RESP: Os efeitos negativos serão muito grandes, como por exemplo dificuldades de concentração (e com isso dificuldade de estudar) de relacionamento social, excesso de peso, falta de ritmo, falta de criatividade etc. etc.
  • [1] Sobre o congelar o pensamento, a prática do malefício, do nomear o porquê dos mecanismos da tecnologia; mudança de imagem. Dopamina para todos os tipos de vício. [2] Eu não tenho com meu filho em relação a estar pontualmente permeando famílias com tecnologia inclusive dentro da família! Por que há essa preocupação por parte dos demais pais do Jardim, esse medo, uma vez que dentro de casa e de modo rotineiro não há acesso a esses meios? Pergunto porque meu filho vai no restaurante conosco e nunca vi a necessidade de mantê-lo preso, pois passeia após a refeição dentro do restaurante e quer conhecer o ambiente e pessoas. Será que a questão está em entender o que se espera do comportamento de uma criança em um ambiente externo, aqui no caso o restaurante! [3] Adorei toda a excelência de referências mencionadas na palestra. RESP: Com adultos, a questão principal é eles conhecerem os efeitos negativos dos meios eletrônicos e não se entregarem ao comodismo de deixar os filhos usarem-nos.
  • [1] Fraternidade é o grande destino atual da humanidade e o seu desenvolvimento enfrenta obstáculos de formas contrárias. A violência nas mídias promovem a dessensibilização social (referências científicas). [2] Perigos da caracterização prematura no desenvolvimento/aprendizagem. RESP: Há idade para tudo. Como mostrei, os meios eletrônicos não são para crianças e adolescentes.
  • [1] Danos causados pela telas digitais. [2] Dificuldade de convívio com outros grupos que utilizam as tecnologias, discriminando quem está fora delas. RESP: O que é pior, a dificuldade de convívio ou os efeitos negativos dos meios?
  • [1] Aprendi que quanto mais puder tardar o uso de aparelhos com tela melhor para o desenvolvimento. Digo tardar pois a menos que exista uma comunidade que seja totalmente adepta dessa cultura, será muito difícil evitar o uso até o final da adolescência. [2] A maior dúvida é realmente o que será daqui alguns anos com todo esse ataque da cultura das telas. RESP: A geração Z ou iGen que nasceu depois de 2.000 ainda não se tornou adulta, não se sabe o que vai acontecer. Como eu disse, as minhas previsões são as mais terríveis.
  • [1] Que o problema do uso de aparelhos tecnológicos não é somente dos assuntos, dos temas, do que é veiculado, mas da forma pela qual é transmitido, de um conteúdo que sempre motiva pensar (ou não pensar) de uma determinada forma. [2] Formas de "lutar" contra isso, como "conviver" com esse novo mundo. Jeitos Waldorf de trabalhar e ensinar - antídoto da cultura digital. [3] Adorei a palestra, o tema abordado e a forma, divertida, interativa. Obrigada pela aula. RESP: Conviva com muito autocontrole, apenas para o que é realmente útil e essencial.
  • [1] Diferença entre fantasia em cima de algo concreto vs. abstração. [2] Sendo esse um caminho "sem volta", além da meditação pode-se adaptar a programação tecnológica para um efeito positivo? [3] fraternidade, uma expansão que faz muito sentido no campo da alimentação, pois hoje pouco se pensa em fraternidade multi-espécie. RESP: Não há nada 100% bom ou ruim. É preciso evitar o que é mau e concentrar-se no que é bom.
  • [1] A reação da atividade cerebral pela utilização dos meios digitais. [2] Como achar o equilíbrio? A maior parte dos exemplos são para quebrar com o mundo não Waldorf. [3] Não conseguiremos nos isolar em uma comunidade Waldorf. O importante é o equilíbrio entre os mundos e pensamentos. RESP: Por que equilíbrio? Você deixar seu filho brincar na rua dia sim, dia não, para equilibrar? O que é mau educacionalmente tem que ser evitado, não há equilíbrio. O problema é reconhecer o mal.
  • [1] Que é preciso chegar às últimas consequências para evitar o uso dos aparelhos. [2] Como exemplificar e buscar fazer a criança entender que foi preciso chegar às últimas consequências, que foi preciso romper o acesso aos eletrônicos. [3] Isso pois no meu caso de duas filhas pequenas foram criadas com acesso e agora percebi que é preciso restringir o acesso e já estão acostumadas a usar. RESP: Criança não entende. Se você tentar explicar conceitualmente, vai tratá-la como adulto. Invente uma história onde os males dos meios apareça de forma imagética. Mostre casos reais, por exemplo em um restaurante uma criança usando um aparelho em lugar de conversar com os pais. Uma criança usando um aparelho em lugar de brincar.
  • [1] Que as escolhas devem ser levadas às últimas consequências. [2] Como criar os filhos dentro desses parâmetros sem tirá-los da atualidade? [3] Gostei muito da palestra, fiquei interessada no tema de concentração e meditação. Todo tema muito bem sustentado. RESP: Há várias atualidades: para as crianças é uma, para adultos é outra. Ou você vai deixar seus filhos pequenos guiarem automóveis, pois eles fazer parte da atualidade? Fumar? Beber? Tomar drogas? Além disso, há atualidades boas e más. Quanto à concentração mental e meditação, é só a escola me convidar para um workshop sobre esses assuntos, muito importantes hoje em dia.
  • [1] Os efeitos causados pelos meios, principalmente a internet. [2] Como mesclar os benefícios desses meios, se houverem. Como, por exemplo, as facilidades que trazem e/ou o que nos vendem como benefício. [3] Adorei, tenho vontade de ouvir mais. Há atualidades boas e más. RESP: Infelizmente os benefícios são ultrapassados enormemente pelos prejuízos. Só os adultos podem usar os aparelhos de modo benéfico, evitando os malefícios. Se um adulto acha que se estiver ao lado de uma criança usando os aparelhos estará evitando os males, deveria pensar que está incentivando o uso e isso pode ser perigoso. Quanto a ouvir mais, é só me convidar. Eu poderia dar a palestra formal, com Power Point. Serviria de recordação e de muito mais detalhes. É só a escola organizar.
  • [1] O que aprendi, ou entendi, como mais importante é a abrangência dos malefícios. A restrição é realmente importante e um caminho a ser percorrido. [2] Como pais, é angustiante estar inserido neste momento onde o entorno é totalmente contaminado. Como devemos agir para equilibrar a influência em nossas crianças? [3] Ajudarei disseminar o que aprendi hoje, é fundamental para termos um futuro adequado. RESP: Sobre o desejado equilíbrio, veja respostas acima
  • [1] Ratificou o que tinha de receio sobre a televisão e a Internet. [2] Com tanta evolução tecnológica, qual seria o ponto de equilíbrio para ter o benefício pretendido por tanta evolução. RESP: Idem
  • [1] A aceleração do pensamento lógico. [2] Minha maior dúvida é como conseguir equilibrar o mundo que vivemos com o ideal. [3] O palestrante é muito simpático. RESP: Sobre equilíbrio, veja respostas acima.
  • [1] Prejuízos do excesso de tecnologias especialmente para crianças. [2] Desenvolvimento/estímulo lógico com auxílio de tecnologias não violentas, sob supervisão de adultos e por tempo determinado e de maneira lúdica e sem artifícios de figuras comerciais. Qual o mal? [3] Concordo com muita coisa dita, mas acredito que o acesso à tecnologia é inevitável, talvez o maior segredo é apenas descobrir a melhor fase para apresentá-las para as crianças. RESP: Cuidado, o uso com adultos incentivará a criança a usar sozinha.
  • [1] Qualquer tipo de tecnologia não faz bem antes dos 12 anos e deve ser terminantemente proibida até os 12 anos. [2] Como manter a criança em um ambiente saudável em um mundo tecnológico. RESP: Criar ninhos amorosos e protetores.
  • [1] Momento de desenvolvimento da fraternidade e como as tecnologias afetam esse processo. [2] Qual é esse processo que ocorre na criança que absorve e reproduz com facilidade conteúdos e representações dos desenhos e a relação disso com o estado de sonolência. [3] Gratidão. RESP: A criança é naturalmente aberta e tem enorme capacidade de imitação, por isso aprende a andar, falar e pensar. Por causa dessa abertura, e o fato de que tudo fica gravado muito profundamente (por isso os analistas gostam de fazer as pessoas recordarem de sua infância...), deve-se ter um cuidado extremo com o que é apresentado às ciranças. Idealmente, só se deveria apresentar o que é bom, belo e verdadeiro.
  • [1] Sobre a real gravidade dos aparelhos digitais na primeira infância. [2] Como formaria a cognição de uma criança que teve toda a infância contato com aparelhos digitais com tela? RESP: Ela terá muitos problemas, como de concentração e de imaginação. Equilibre com muitas atividades artísticas e sociais.
  • [1] Que os aparelhos digitais, as mídias são prejudiciais às crianças. Limitam a capacidade criativa e comprometem o aprendizado de forma geral. [2] Como ter um equilíbrio sobre o uso desses aparelhos, para assim não influenciar diretamente a criança que está em casa. RESP: Veja a questão de equilíbrio em respostas acima.

2. 5/10/17, para professores e diretores de escolas, na Secretaria Municipal da Educação de São José do Rio Preto, SP; info: profa. Moema mcsaes2 at.arroba gmail.com

(Várias avaliações não seguiram as 3 questões formuladas; foi tentado classificar as várias partes nas referidas questões.)

  • [3] Sr. Valdemar: sou professora particular de várias disciplinas e 99% dos casos de alunos com dificuldades no desempenho escolar é justamente causado por pais que não dão limites quanto ao uso de tecnologia. Concordo plenamente com o senhor, espero que o senhor continue assim disseminando bons conselhos. Cresci em um lar onde meus pais tinham cursado até a 4ª série, mas me incentivaram a ler, a sonhar e brincar. Brinquei de "casinha" até 15 anos , hoje tenho 50 e sou uma adulta feliz e sei lidar com os problemas. Deus o abençoe por ser um palestrante de bons conselhos. Abraços. P.S.: Quem dera todos pudessem ouvi-lo. RESP.: Parabéns aos seus pais que preservaram sua infância e juventude! Brincar é absoultamente essencial para as crianças; quando elas usam meios eletrônicos elas não brincam, quando há imagens em movimento não há nada a ser imaginado!
  • [3] Parabéns pela palestra altamente reflexiva e crítica. Realmente, devemos pensar no uso dos recursos tecnológico por crianças e adolescentes, principalmente, na contemporaneidade, quando isso se torna totalmente fora de controle. O único meio de conter o uso abusivo desses recursos é mesmo o lar. Vejo sua palestra como um ótimo recurso para a reunião de pais na escola, e nós adultos também devemos refletir sobre o autocontrole sobre os aparelhos para que não se tornem um vício, que rouba o nosso tempo tão escasso nos dias de hoje. Não sou tão radical, quanto a proibição, mas achei totalmente válido ouvir sobre o assunto. Muito obrigada! RESP.: Eu chamei a atenção na palestra para o fato de que a educação sempre foi radical. Dei como exemplo que naquela rua da Secretaria da Educação e em outras não havia crianças brincando, o que era o caso algumas dezenas de anos atrás. Também não se deixa crianças brincarem com combustíveis ou verem revistas eróticas. Tudo isso é radicalismo. O problema é que eu conheço os males e perigos dos meios eletrônicos em crianças e adolescentes, e poucas pessoas conhecem isso.
  • [1] Reprogramar a vida, desde crianças até adultos. Usar o essencialmente necessário. Controlar e estabelecer regras para o uso.
  • [1] Destaco dois aspectos abordados: a TV como um veículo de condicionamento e não de informação e educação; e a dessensibilização causada por jogos e filmes violentos. [3] Palestra excelente para a reflexão acerca do uso dos meios eletrônicos.
  • [1] As telas são nocivas para a aprendizagem e condicionam o cérebro. [2] Há meios de reverter tudo isso? [3] Palestra excelente. RESP.: Sim, no caso de adultos que se desenvolveram sadiamente, e isso se deve dar por autoeducação, usando os aparelhos comeditamente e apenas para o que é útil a si e à sociedade. Mas chamei a atenção para o fato de que crianças e jovens que não chegaram a desenvolver a concentração mental talvez jamais consigam reverter o processo de incapacidade de se concentrar, pois ele não existiu.
  • [1] A palestra apontou vários fatores que evidenciam que o impacto dos meios eletrônicos não são benéficos em crianças, adolescentes e até mesmo em adultos. O desafio será disseminar o conteúdo apresentado e transformar a sociedade atual. O uso dos meios eletrônicos em sala de aula deve ser feito de forma a complementar e ilustrar fatos, conceitos e ideias, sendo que não há necessidade (e nem deve) de ter um equipamento eletrônico por aluno. RESP.: Esse uso depende da maturidade, da idade dos alunos, e coloquei a 8ª série com a mínima para se usar telas, e apenas para ilustrações breves, de 3 a 4 min, com discussão e repetição.
  • [1] A frase que levo hoje para a vida pessoal e profissional é: "As crianças devem ter contato apenas com o que é bom, belo e verdadeiro, para depois terem condições de reconhecerem o que é mal, ruim e feio." [3] Essa frase e os vários exemplos citados me fez refletir sobre ações desenvolvidas em sala de aula, como momentos de vídeos e aula de informática para crianças pequenas. A palestra foi impactante, principalmente por esclarecer todos os efeitos negativos do uso dos meios eletrônicos. RESP.: Minha frase foi: "... para depois terem condições de reconhecerem o que é mau, feio e falso."
  • [3] A palestra sobre este assunto me fez refletir sobre os meios eletrônicos de uma forma que nunca havia pensado: adiar o uso para as crianças e adolescentes; estamos tratando nossas crianças e adolescentes como adultos como antigamente. [2] A humanidade está perdida? Preciso refletir mais sobre isso!!! RESP.: Eu disse que achava que a massa da humanidade estava perdida, mas que tinha esperança em indivíduos, e por isso estava dando a palestra.
  • [3] A palestra foi excelente. Nos fez refletir como estamos utilizando os meios eletrônicos e como isso está sendo utilizado pelos nossos alunos.
  • [1] A palestra fez com que refletíssemos sobre os malefícios do uso da tecnologia, em especial o uso do celular. Chamou-me atenção a questão da dessensibilização associada à exposição do ser humano a imagens violentas em video games, filmes, etc.
  • [3] Minha avaliação é muito positiva porque acredito na necessidade de pensarmos melhor e conhecermos melhor os efeitos do uso da tecnologia.
  • [1] O estado de sonolência causado pela TV. Eu imaginava o contrário. [2] O que fazer quando o jovem (de 20 anos) já está viciado. A criança é mais fácil de dominar. RESP.: Conheço um outro caso de amiga muito chegada, que mora na Suíça, cujo filho era viciado a ponto de não sair do seu quarto, onde tinha os aparelhos. Esse jovem que você citou precisa urgentemente de tratamento psiquiátrico por um médico que tenha experiência em desentoxicação dos meios eletrônicos (no caso, provavelmente video games e Internet), pois há um grande risco de ficar depressivo e poderá cometer suicídio ou mesmo um crime. Se ele se recusar a ser tratado aconselho que o responsável pelo jovem consulte ele próprio um psiquiatra com experiência, para obter orientação.
  • [3] Boa palestra e palestrante. Mas as perspectivas futuras parecem devastadoras, se não existir outras alternativas. RESP.: Nós temos que criar as alternativas, elas não virão sozinhas.
  • [2] A minha grande dúvida é: como desestimular o uso de smartphones/whatsapp/etc. em alunos, se os mesmos não conseguem desligar os seus celulares, apesar das regras da escola não permitir o seu uso, sobretudo em sala de aula? RESP.: Acho que a escola tem que ser absolutamente rigorosa. É um problema educacional: ela tem que ensinar os alunos a se controlarem, e que podem viver sem usar o celular ou o computador a todo momento. Além disso, a escola deveria orientar os pais, pois não adianta nada a escola coibir o uso e em casa ou fora dela a criança ou adolescente usarem os aparelhos com frequência.
  • [1] O palestrante foi bastante enfático e, por meio de dados estatísticos conseguiu informar sobre os aspectos negativos ocasionados pelo eletrônicos e Internet. [3] Muito bom para nos alertar e procurar amenizar o uso em nossas famílias e, até mesmo, nas famílias de nossos alunos.
  • [3] Concordo com o que foi exposto, acredito ser um desafio para pais e educadores, pois há uma pressão midiática, social para a utilização dos equipamentos eletrônicos cada vez mais. Gostaria que o material da palestra bem como a bibliografia sugerida pudesse ser compartilhada com as escolas para discussões e reflexões. RESP.: A apresentação está em meu site. Veja o resumo da palestra
  • [3] Achei a palestra importante e significativa. Seria necessário que todos os profissionais da educação e os pais participassem desses encontros. RESP.: Estou à disposição, é só convidar e organizar as palestras.
  • [1] Aspecto mais relevante: consistência teórica e indicações bibliográficas. [2] As anotações da palestra serão repassadas à equipe escolar em HTPC [?]. Espero que tenhamos outras oportunidades como esta. [3] Assunto muito bem abordado, ideias claras, dados relevantes. Proporcionou reflexão e desejo de mudança nas práticas escolares.
  • [1] O que aprendi e concordo: a criança precisa do que é belo, justo e verdadeiro. RESP.: Eu disse "bom, belo e verdadeiro."
  • [1] Os pais proibirem o uso do celular e televisão até um certo ponto, e quando deixar usar ficar em cima controlando o que vem na Internet. [3] Muito importante esse assunto, podemos trabalhar sim a tecnologia na escola mas sem prejudicar o empenho do aluno. RESP.: Cuidado. Os prejuízos causados pelos meios ultrapassam enormemente os benefícios. Além disso, qualquer incentivo no uso vai levar a uso impróprio, o altíssimo risco de provocar dependência, de colocar o aluno em perigo, de ele ver ou ler coisas impróprias para a idade etc. etc.
  • [3] Que bom que tem gente que é contra o uso da Internet e tem coragem de falar e apontar os perigos. Pode ser radical, mas só assim a gente se mexe. RESP.: Não sou contra o uso, sou contra o mau uso. Crianças e jovens adolesntes usarem os aparelhos é um mau uso.
  • [1] Incentivo à tecnologia sem consciência nos levam à "morte." [2] Nenhuma. [3] Que o senhor continue a levar o bem, será poucos que entenderão suas palavras, mas tenha a certeza que está fazendo o que é preciso.
  • [3] Excelente momento de reflexão. O professor apresentou argumentos que podem contribuir para as ações da escola na prevenção a vários males que permeiam a rotina das crianças. Divirjo apenas em parte. Acredito no uso da tecnologia na escola como um recurso a mais, com objetivos claros, com o acompanhamento adequado e desde que se garanta o espaço para o diálogo a respeito do que se vê nas TICs [Tecnologias da Informação e da Comunicação]. Creio que dessa forma a educação pode inclusive contribuir para o melhor uso das TICs na vida das pessoas. P.S.: Desculpo-me por me ausentar antes do encerramento, mas foi por motivo de força maior. Certamente lerei seus artigos. RESP.: Veja meu comentário na antepenúltima avaliação.
  • [3] A palestra foi um grande momento de reflexão para mim: primeiro em perceber meu próprio condicionamento quanto ao uso do aparelhos celular, e em segundo lugar a responsabilidade que temos como educadores a remar contra a maré e usar pedagogicamente os meios eletrônicos com discernimento, criticidade a fim de não colaborar com consequências graves nas gerações futuras. RESP.: Sim. Nem toda maré é sadia!
  • [3] Excelente. Que tenhamos essa força para colocar em prática.

1. 5/12/15 para pais e professores do Centro Educacional Waldorf Alecrim Dourado (uma escola de berçário ao 5o. Ano Waldorf), R. Lord Cockrane 448, Ipiranga, São Paulo, SP; info: Sonia Ruella soniaruella arrbat terra.com.br)

  • [1] O embasamento científico, as citações, a teoria contra meios eletrônicos. [2] Mais uma curiosidade divagando sobre o futuro: se não seria possível surgir um meio eletrônico seguro, não passivo, estimulante, sociável, não determinístico etc. [Ele será desumano por natureza.] [3] Como ex-aluno seu no IME [há 10 anos] e atual pai Waldorf, foi muito bom rever o Sr.
  • [1] Aprendi que os pais são o exemplo No. 1 para as crianças e que por termos esse vício com os aparelhos eletrônicos, estamos passando para elas um uso indevido e não útil da tecnologia. [2] Dúvidas na sociabilização com outras crianças que têm acesso contínuo à tecnologia. [3] Por ter 24 anos e entrar na pesquisa de pessoas que dirigem e usam o smartphone [tratou-se de relato de pesquisa com jovens adultos de 18 a 24 anos], estou consciente de que faço uso na direção, sei que está errado, e não faço nada para mudar. Saio de sua palestra com a intenção de mudar.
  • [1] Os meios eletrônicos afetam nossa família e os meios para mudar. [3] Obrigada pelos novos caminhos de estudo sobre educação.
  • [1] Sobre a dependência dos meios eletrônicos que afeta adultos e crianças. [2] Se a exposição aos meios também acarreta perdas orgânicas, como impacto aos nervos ópticos. [Sim, e também ao sistema auditivo.] [3] Parabéns pelo belo trabalho de conscientização. Um brinde aos interessados em co-criar o bem.
  • [1] Como os meios eletrônicos atrapalham a criatividade. [2] Conceitos antroposóficos ligados ao assunto. [3] A palestra foi excelente. Minha recomendação seria incluir alguns conceitos antroposóficos.
  • [1] Com as reflexões pude aprender e recordar os perigos que ocorrem ou que nossos filhos estão inseridos e expostos, bem como os impactos dos meios eletrônicos. [3] Parabéns Valdemar e a Escola Alecrim, por oportunizar algumas reflexões sobre os meios eletrônicos no nosso dia a dia. Gostei e muito obrigada.
  • [1] Aprendi o real perigo do uso inadequado das telas. O que ouvi serve para a educação de meus filhos e para mim mesma. [3] Parabéns!!! O Sr. é uma lição de vida! Homem e professor dignos de muita admiração!! Saio daqui com muitas reflexões!!!
  • [1] Como os meios eletrônicos influenciam no desenvolvimento dos nossos filhos e como agir em relação aos mesmos. [2] Como combater a influência da massa? [3] As principais universidades do país possuem um modelo de seleção no qual o conhecimento não é ou não precisa ser verdadeiro, e sim momentâneo, e hoje todos queremos os filhos em uma boa universidade. Como prepará-los.
  • [1] O mais importante foi sugerir meios como os pais e escolas podem se organizar para que as crianças se visitem e nesses momentos a famílila visitada abdique de usar meios eletrônicos para que as crianças realmente convivam entre si. Adorei a sugestão de que a escola pode ajudar, e muito, nessa organização. [2] Copmo convencer as crianças que elas estão proibidas de usar a TV sem medo de que elas fiquem demasiadamente frustradas quando o cônjuge não aceita que a casa não tenha TV. [3] Palestra maravilhosa. Jamais poderei agradecê-lo mas Deus certamente o recompensará.
  • [1] Já tinha noção dos aspectos negativos da Internet, entretanto, percebi e aprendi que o pouco uso que faço atualmente da Internet na minha casa está fazendo efeito negativo para meu filho. [2] Como produzir um mundo melhor se o que predomina são as atividades condicionantes, artificiais e que mudam (sentido de modismo) a todo momento? [3] Palestra que me fez refletir sobre vários aspectos da vida pessoal e na relação com meus filhos. Muito obrigada.