Trabalho de Formatura - BCC (IME / USP)

Propostas de temas (pelos profs) para 2026

Última atualização: 18/03/2026


Abaixo encontram-se temas propostos pelos professores para o TCC 2026.
Para obter mais informações, fale diretamente com eles/elas.


Prof. Marcelo Finger

  • Investigações sobre o processamento de dados em geral por Inteligência Artificial, inclusive com dados de linguagem [a depender de projetos que estão por serem aprovados]
  • Investigações sobre a explicabilidade lógica de redes neurais
  • Detecção de problemas respiratórios por análise de voz


Prof. Helder Oliveira

  1. 1. Aprendizado Federado em IoT para Otimização de Serviços Públicos em Cidades Inteligentes
  2. 2. Integração de VLC (Visible Light Communication) em Redes IoT para Políticas Públicas de Acessibilidade
  3. 3. Aprendizado Federado para Monitoramento Ambiental via IoT: Aplicações e Desafios Regulatórios
  4. 4. Uso de IoT e VLC para Melhorar Políticas Públicas de Mobilidade Urbana
  5. 5. Soluções de IoT e Aprendizado Federado para Saúde Pública: A Transformação do Monitoramento Remoto
  6. 6. Aplicações de Comunicação por Luz Visível (VLC) para Redes IoT em Ambientes Públicos e sua Regulação
  7. 7. Otimização de Redes Ópticas na Borda para Aprendizado Federado com Múltiplos Dispositivos Móveis
  8. 8. Estratégias de Proteção em Redes Ópticas na Borda para Ambientes de Aprendizado Federado Resilientes
  9. 9. Avaliação do Impacto da Latência nas Redes Ópticas de Bordas para Aplicações de Aprendizado Federado
  10. 10. Uso de Redes Ópticas Inteligentes para Eficiência de Comunicação em Aprendizado Federado em Edge Computing
  11. 11. Integração de Redes Ópticas de Alta Capacidade com Aprendizado Federado na Borda para Aplicações de IoT
  12. 12. Desenvolvimento de Algoritmos de Agregação para Aprendizado Federado em Redes Ópticas de Borda com Controle de Qualidade de Serviço
  13. 13. Gerenciamento Dinâmico de Recursos Ópticos na Borda para Aprendizado Federado em Cenários de Alta Mobilidade
  14. 14. Impacto da Multiplexação Espacial em Redes Ópticas na Borda para Aceleração de Aprendizado Federado em Tempo Real


Prof. Benjamin M. Bumpus

  • On the structure of Stratification: Graphs and Petri Nets

    The project consists of understanding the structure of graphs and Petri nets that are built recursively via pullbacks (a.k.a. fibered products). Such graphs come equipped with a notion called a "co-decomposition" and its associated “co-width", designed to capture the structure of graphs arising as categorical limits and to enable efficient reasoning directly over their decomposed representations. The project will be empirical in nature and rely on developing benchmarks and enumerations of “graphs of low co-width”.

    The project is motivated by the requirements of modern epidemiological modelling where researchers increasingly rely on stratification, the act of combining different models that partition populations by different sets of atributes such as age, geography, vaccination status, and behavior, yielding models that rapidly grow in size and density. In categorical modeling frameworks such as AlgebraicPetri.jl, stratified epidemiological models are constructed by combining a base compartmental model with stratification schemes via categorical pullbacks (more generally, limits), producing large interaction graphs that are nevertheless equipped with explicit diagrammatic decompositions encoding domain-specific consistency constraints (see Algebraic Petri Stratification). Recent work in compositional system dynamics argues that such models are best understood as limits of structured diagrams rather than monolithic graphs \cite{libkind2022algebraic, li2025compositional}, exposing a computational tension: classical separator-based invariants such as treewidth fail to exploit the rich compositional structure inherent in these limit-constructed graphs. This motivates the study of co-decompositions and the associated invariant tree co-width, designed to capture the structure of graphs arising as categorical limits and to enable efficient reasoning directly over their decomposed representations.



Prof. Paulo A. V. Miranda

  • Programação de jogos eletrônicos

    A indústria de jogos eletrônicos movimenta bilhões de dólares, impactando diversas áreas, desde a tecnologia até a cultura popular. Com mais de quarenta anos de história, os jogos eletrônicos evoluíram de experiências simples em 2D para produções altamente complexas e imersivas em 3D, alavancadas por avanços tecnológicos e pela criatividade de desenvolvedores ao redor do mundo. O Brasil tem se consolidado como um dos maiores mercados consumidores do mundo, ocupando atualmente a quinta posição global em consumo de jogos eletrônicos. Contudo, o Brasil não figura nem entre os dez principais países que mais publicam jogos, evidenciando uma discrepância significativa entre o consumo e a produção nacional, o que gera oportunidades de crescimento.

    * Qualquer trabalho proposto que envolva o desenvolvimento de um projeto sobre jogos eletrônicos, utilizando bibliotecas gráficas ou motores de jogos, como OpenGL, Unity ou Godot.



Prof. Paulo Meirelles

  1. 1. Kernel Linux
  2. 2. Software Livre
  3. 3. Visualização de Sistemas de Software Livre
  4. 4. Cregit
  5. 5. Agentes de IA para Hipóteses (Hypo-stage)


Prof. Carlos Hitoshi

  • 1. Exploração do olhar na interação com máquinas

    Resumo: o olhar ainda é uma forma pouco explorada para interação com computadores. As interfaces mais comuns ainda são restritas a pessoas com deficiências motoras. O foco do projeto é desenvolver interações mais naturais onde a interface possa reagir de forma apropriada de acordo com o local onde a pessoa olha.

  • 2. Tutores inteligentes com interfaces tangíveis em realidade mista

    Resumo: O projeto visa utilizar sensores e visão computacional, para rastrear objetos reais que fazem parte de alguma atividade didática, oferecendo feedback imediato e personalizado em tempo real. O objetivo é reduzir a abstração do ensino digital, promovendo o desenvolvimento cognitivo e motor em áreas como STEM e, em particular, no desenvolvimento de habilidades matemáticas. Essa abordagem transforma o aprendizado em uma experiência tátil e multissensorial, visando aumentar o engajamento e a retenção de conhecimento.



Prof. Alfredo (co-orientador)

    Projeto Arquitoteca: proposta de um prof. da FAU e uma aluna de IC

    O projeto tem origem na Iniciação Científica Arquitetura Colaborativa, que investiga formas de ampliar e democratizar o compartilhamento de projetos, informações e referências entre estudantes de arquitetura, de modo a tornar a formação em Arquitetura e Urbanismo mais rica e colaborativa. Na primeira etapa da pesquisa, foi realizado um levantamento e análise de plataformas e iniciativas semelhantes. Atualmente, o projeto encontra-se em fase propositiva, com o desenvolvimento de wireframes das principais telas de uma plataforma web, pensada para navegação em computador.