Sob a coordenação do médico Egídio Dórea, que é também coordenador do Ambulatório de Clínica Médica do HU, o projeto chamado Envelhecimento Ativo (termo cunhado pela OMS que define o processo de otimização das oportunidades de saúde, participação e segurança, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida à medida que as pessoas ficam mais velhas), teve início na USP em meados de setembro de 2016 e continua a pleno vapor.

Segundo Dórea, a palavra “ativo” refere-se à participação contínua nas questões sociais, econômicas, culturais, espirituais e civis, e não somente à capacidade de estar fisicamente ativo ou de fazer parte da força de trabalho. “O objetivo do envelhecimento ativo é aumentar a expectativa de uma vida saudável e a qualidade de vida para todas as pessoas que estão envelhecendo, inclusive as que são frágeis, fisicamente incapacitadas e que requerem cuidados”, observa.

Para isso, o projeto conduzido pelo HU trabalha em várias frentes. Busca incentivar um relacionamento mais ativo na família e no trabalho, orientar os participantes para que mantenham uma situação financeira equilibrada, além de estimular atividades físicas e dietas balanceadas, junto à investigação de fatores de risco e controle de doenças.

No final de maio de 2018 foi realizado o 2º. Simpósio sobre Envelhecimento Ativo, num encontro que reuniu centenas de participantes tão engajados quanto preocupados com a dimensão dos desafios que o Brasil tem pela frente (matéria publica no G1)

A Rede Record de televisão, numa das reportagens da série "A Caminho dos 100" mostra como os hábitos saudáveis podem proporcionar uma vida mais saudável e prolongar a expectativa de vida das pessoas. Nessa reportagem, são entrevistados, o Dr Egidio, coordenador do programa Envelhecimento Ativo e nosso colega Fábio Yogi, participante do programa (por volta dos 2m30 do video).

Vale a pena assistir a reportagem

http://noticias.r7.com/jornal-da-record/videos/conheca-os-habitos-que-podem-aumentar-a-expectativa-de-vida-dos-jovens-15062018