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João Eduardo Ferreira, superintendente de Tecnologia e Informação, esclarece os esforços que a Universidade vem

fazendo paramanter as atividades docentes durante a crise causada pela covid-19

 
 

Com a epidemia da covid-19 e a consequente quarentena, a dinâmica de uma grande universidade como a USP muda. A infraestrutura computacional, alocada para o ensino a distância, ganhou uma dimensão maior, já que muitas pessoas passaram a trabalhar e estudar em casa. João Eduardo Ferreira, superintendente de Tecnologia e Informação, conta ao Jornal da USP no Ar os esforços com a intensificação da demanda pelo ensino a distância (EAD). 

 

“Há um trabalho sendo feito não só nas produções de videoaulas e materiais didáticos, mas também na criação e manutenção de plataformas para o EAD, como o e-aulas e o e-disciplinas, e na disponibilidade de processamento e armazenamento de dados para o bom funcionamento das plataformas”, comenta ele. 

 

Os acessos às plataformas aumentaram em sete vezes, como o e-disciplinas, que na última semana recebeu aproximadamente 45 mil acessos diários; anteriormente a média era de 8 a 9 mil acessos. “A procura por essa estrutura se intensifica neste período. Há uma média de 12 mil videoconferências por dia, ou seja, a comunidade USP vem se integrando a esse novo cenário, completa Ferreira. 

 

Em relação a quedas no sistema, Ferreira diz que normalmente não há, com exceção de paradas para atualizações emergenciais ou por queda de conexão da ligação dos computadores, mas são situações raras. O professor explica: “Um dos grandes trabalhos é a monitoração desses ambientes, a fim de evitar essas ocorrências”.

 

A segurança do sistema EAD é a mesma do sistema corporativo da USP. “Apesar dos quatro níveis de segurança, há tentativas diárias de ataques, em razão da quantidade de dados e informações que a Universidade armazena. Graças ao acompanhamento que fazemos, as tentativas são controladas”, comenta Ferreira. Ainda assim, o professor aconselha a alteração da senha com frequência, e sempre encerrar as sessões nos sistemas da USP. “Mesmo que o aluno não realize o logout, os próprios sistemas estão preparados para isso após um certo tempo de inatividade”, completa. 

 

 

 

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