muntingia calabura arvores ime

Muntingia calabura, "calabura", IME - Foto: Gisele Alves

 

Placas informativas nos espaços do IME: conhecendo e valorizando a diversidade vegetal da USP

Pau-brasil, embaúba, ipê-rosa, quaresmeira... A USP conta com uma série de áreas verdes ricas em espécies, muitas nativas do Brasil, que possuem história única ou que até estão ameaçadas de extinção. No IME, agora essa diversidade ganhou nome. Recentemente, houve a instalação de placas informativas em algumas árvores importantes presentes no espaço do IME. São mudas plantadas por iniciativa de membros da comunidade USP, em especial o Professor Amadeo Peter Hiller, do Departamento de Matemática, hoje aposentado.

A instalação é produto de um projeto de extensão denominado "Árvores USP", criado e mantido por alunos de graduação e pós-graduação do Instituto de Biociências (IB) da USP, e que contou com o apoio da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária, do IME, e da orientação do Professor José Rubens Pirani, do Departamento de Botânica do IB. O projeto também produziu placas na região do fitotério do IB, que é um espaço de cultivo de plantas de diferentes lugares do Brasil para ensino e pesquisa, mas que é aberto a visita pública.

As placas contam com uma série de informações úteis, como origem, família botânica, época de floração, fotos, e eventuais usos conhecidos: se a planta é comestível, tóxica ou medicinal.Também conta com um acesso via QR code, que redireciona a um mapa do IME que mostra todas as plantas do espaço, onde lá se podem encontrar mais fotos e informações que vão além das fornecidas pela placa.

 

legenda foto mapa arvores

Interface virtual do mapa interativo redirecionado pelo QR code presente nas placas do instituto.

 

A ideia deste projeto é que ele se expanda para outros espaços da universidade. Como ele conta com a iniciativa voluntária de diferentes membros da comunidade USP, qualquer pessoa pode participar, entrando em contato através do site www.ib.usp.br/botanica/arvores-usp.

(texto enviado pelo aluno Matheus Colli Silva, do curso de graduação da Biologia-USP)