Conjugador de verbos da língua portuguesa


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Atualmente na versão 1.1, o conjugue é um script awk capaz de conjugar verbos da língua portuguesa, a partir de um banco de paradigmas. Tanto o script quanto o banco estão disponíveis sob os termos da licença GNU GPL . Para a lista de pessoas que contribuíram, cheque por favor a página do br.ispell .

Para usar o conjugador, é necessário extrair os arquivos do tarball do br.ispell, ter um interpretador awk e algum preparo técnico.

A versão originalmente distribuída em 1995 era a 0.2. O script foi bastante melhorado, e o banco de verbos atualmente conta com cerca de 4000 entradas, contra 1000 da primeira versão. O total de verbos da língua portuguesa é talvez três vezes maior, no entanto os 4000 da versão atual do conjugue devem cobrir a quase totalidade dos verbos de uso corrente.

Ainda que se tenha realizado progressos significativos, a lista de verbos não está ainda, em alguma medida, organizada de forma a indicar para cada verbo o paradigma a ser utilizado. Em virtude disso, o script tentará deduzir para cada verbo o paradigma correspondente, o que evidentemente aumenta a chance dele errar. Ele aparentemente comete também erros em relação à acentuação, se bem que a última versão corrigiu todos os casos de que tínhamos notícia. Os verbos reflexivos ainda não estão indicados como tais.

A partir da versão 1.1, o conjugue tornou-se capaz de gerar algumas das formas enclíticas necessárias para a checagem ortográfica. Tratam-se naturalmente das formas que não correspondem a nenhuma das conjugações ordinárias, como por exemplo amá-la ou queiramo-lo. Tais formas são obtidas pela supressão da última letra de alguma das conjugações (no caso, amar e queiramos).